Conteúdo da página:(com respectivas fontes) O pretendido cientista que imagina conhecer tão perfeitamente as leis da Natureza, a ponto de declarar que a clarividência e a escrita direta espirital estão fora dos limites do reconhecimento científico, está sob o domínio de uma alucinação mais séria do que aquele a quem finge lastimar. [97 - página 23]
AS IMPLICAÇÕES PARA A ÉTICA, A TEOLOGIA E A FILOSOFIA Enquanto iniciamos o século XXI, uma das mudanças mais interessantes observadas na ciência foi o alargamento de suas fronteiras a fim de enquadrar uma série de perguntas tradicionalmente filosóficas. Elas foram inseridas na ciência como resultado direto de seu próprio progresso.
Descobertas recentes e os conseqüentes avanços no cuidado médico revelaram uma série de assuntos éticos que antes eram formalmente reservados ao debate filosófico.
Minha visão é que define tudo, incluindo assuntos que possam ser considerados teológicos e filosóficos, é receptivo ao objetivo da, ciência.
Eu reconheço que, se descobrirem que a mente e a consciência possam existir no final da vidaeindependentes do cérebro, isso iria apoiar o conceito filosófico e teológico de um “pós-vida”, e sugeriria que o velho conceito de “alma” é o mesmo que os cientistas agora chamam de “consciência".
Isto levaria a um estudo objetivo do que comumente é considerado assunto religioso e filosófico, e portanto terminando muitos desacordos e levando, por conseguinte, a uma sociedade muito mais tolerante.
Todo o progresso que fizemos ao descobrir tanto o mundo que nos cerca quanto o intrincado universo interior, deve sua existência ao método objetivo de estudo que se iniciou há quase 500 anos. [100 - página 230] Ver pesquisas científicas com:
Seguro uma lousa limpa ou coloco em uma gaveta fechada um pedaço de papel branco, e, depois de alguns segundos, a lousa ou o papel se mostram cobertos de uma escrita inteligível. Direis que isso é fisicamente impossível.
Pode ser, mas Como o fato se dá, atestado
pelos nossos sentidos e pelo nosso bom-senso, segue-se que ele é espiritual ou
psico-fisicamente possível isto é, que não pode ser explicado por renhum
processo puramente físico, mecânico
ou material conhecido na mais adiantada ciência, ou concebível como
independente da alma.
Se o fato tem sido rejeitado, é,
eu o repito, devido à sua incompatibilidade com os métodos experimentais da Ciência. [97 - página 40] -
Não
há ainda exemplo de haver um investigador de algum caráter e autoridade mudado
de opinião relativamente à ocorrência não explicada dos fenômenos de escrita
direta e clarividência. [97 - página 153] - 1880
Meu prezado correspondente, Alfred Russel Wallace, deve ser muito conhecido dos que, na Alemanha, leram as obras de Darwin, o eminente naturalista inglês. Wallace é também um espírita confesso e tem tratado, com a sua habitual perspicácia, dessa objeção constantemente apresentada (ainda revivida por vós) de uma contravenção das leis da Natureza.
Diz ele: Se os fatos disputados se dão, não podem deixar de conformar-se com as leis naturais, pois que a mais perfeita definição destas é que elas são as regras reguladoras de todos os fenômenos.
Afirmo, sem receio de contestação, que, se os cientistas de qualquer tempo negarem os fatos sujeitos à investigação, por motivos a priori estabelecidos, errarão sempre.
Quando Castallet informou a Réaumur que havia encontrado bichos de seda nos ovos das traças novas, a resposta que obteve foi: Ex nihilo nihil fit; e não se acreditou no fato, porque ele contrariava uma das mais firmadas leis da Natureza; contudo, é hoje admitido como verdadeiro, e a suposta lei cessou de ser universal.”
[97 - página 107]
Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, aplicando o método experimental. Fatos novos
se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; o Espiritismo ele os observa, compara,
analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que
os rege; depois, deduz-lhes as conseqüências e busca as aplicações úteis.
Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subseqüentemente explicar e resumir os fatos. É , pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação.
As ciências só fizeram progressos importantes depois que seus estudos
se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse
método também só era aplicável à matéria,
ao passo que o é também às coisas metafísicas.
Como o princípio espiritual é uma das forças da Natureza, a reagir incessantemente sobre o princípio material e reciprocamente, segue-se que o conhecimento de um não pode estar completo sem o conhecimento do outro. O Espiritismo e a Ciência se completam reciprocamente;...
O estudo das leis da matéria tinha que preceder o da espiritualidade, porque a matéria é que primeiro fere os sentidos.
Se o Espiritismo tivesse vindo antes das descobertas científicas, teria abortado, como
tudo quanto surge antes do tempo.
Os homens,
cada vez mais esclarecidos, à medida que novos fatos e novas leis se forem
revelando, saberão separar da realidade os sistemas utópicos.
Quanto à teologia, essa não poderá judiciosamente alegar contradições da Ciência, visto como também ela nem sempre está de acordo consigo mesma.
O estudo...
Se faz se creia na possibilidade de certas coisas consideradas por alguns
como quiméricas, também impede que se creia em muitas outras, das quais
ele demonstra a impossibilidade e a irracionalidade.
Um último caráter da revelação espírita, a ressaltar das condições mesmas em que ela se produz, é que, apoiando-se
em fatos, tem que ser, e não pode deixar
de ser, essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação.
Pela sua substância, alia-se à Ciência que, sendo a exposição das leis da Natureza, com relação a certa ordem de fatos, não pode ser contrária às leis de Deus, autor daquelas leis ... ...O Espiritismo não estabelece como princípio absoluto senão o que se acha evidentemente demonstrado, ou o que ressalta logicamente da observação.
Entendendo com todos os ramos da economia social, aos quais dá o
apoio das suas próprias descobertas, assimilará sempre todas as doutrinas progressivas, de qualquer ordem que sejam, desde
que hajam assumido o estado de verdades
práticas e abandonado o domínio da utopia, sem o que ele se
suicidaria. Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto.
Se uma verdade nova se
revelar, ele a aceitará.
Você pode achar estranho que um cientista descubra, em meio aos seus estudos, a
espiritualidade.
Em círculos acadêmicos a palavra “ espírito”
provoca a mesma reação que a palavra “evolução" nos círculos
fundamentalistas.
Posso afirmar categoricamente que a ciência me levou à espiritualidade, pois as descobertas da física e do mundo das células mostram cada vez mais a existência de um elo entre ciência e espiritualidade, duas áreas completamente distintas desde a época de Descartes, há alguns séculos. Mas tenho certeza de que quando as duas forem novamente reunidas teremos um mundo muito melhor. [98 - página 221]
As comunicaçõesse estabelecem entre todos os povos, derrubadas as barreiras materiais os obstáculos morais que se opunham à sua união, os preconceitos religiosos e políticos apagar-se-ão rapidamente e o reino da fraternidade estabelecer-se-á de maneira sólida e durável. Observai desde já os próprios soberanos levados por mão invisível — coisa inaudita para vós — tomando a iniciativa das reformas. E as reformas que partem do alto e espontaneamente são muito mais rápidas e mais duráveis que as que vêm de baixo e são arrancadas pela força. A despeito dos preconceitos de infância e de educação, a despeito do culto da lembrança eu havia pressentido a época atual. E por isso me sinto feliz e me sinto mais feliz ainda por vos vir dizer: “Irmãos, coragem! trabalhai por vós, pelo futuro dos vossos; trabalhai sobretudo pelo vosso melhoramento pessoal, e gozareis na vossa próxima existência de uma felicidade que vos é tão difícil de compreendê-la quanto a mim de vo-la explicar. Ditado pelo espírito CHATEAUBRIAND Trata-se de François-René (1763 - 1848), [17b - Capítulo XXXI parágrafo II] -
O Plano Superior jamais nega recursos aos necessitados de toda ordem e,
valendo-se dos mínimos ensejos, auxilia os irmãos de humanidade na restauração
de seus patrimônios, seja cooperando com a Natureza ou inspirando a descoberta de novas fontes medicamentosas e reparadoras.[16a - página 37]
No futuro, viverá a Humanidade fora desse ambiente de animosidade entre a Ciência e a Religião e julgo mesmo
que em nenhuma civilização pode a primeira substituir a segunda.
Uma e outra se completam no processo de evolução de todas as almas para o Criador e para a perfeição de sua obra.
As suas aparentes antinomias,
que derivam, na atualidade, da compreensão deficiente do homem, em face dos
problemas transcendentes da_vida, serão eliminadas, dentro do estudo, da análise
e do raciocínio. [71 - página 35]
Os instrutores dos planos espirituais, em que nos achamos, regozijam-se com todos os triunfos da vossa ciência, porque toda conquista importa em grande e abençoado esforço e, pelo trabalho perseverante, o homem conhecerá todas as leis que lhe presidem ao destino. [71 - página 143]
A ciência infatigável procura, agora, a matéria-padrão, a força-origem, simplificadora, da qual crê emanarem todos os compostos, e é nesse estudo proveitoso que ela própria, afirmando-se atéia, descrente, caminha para o conhecimento de Deus. Livro: EMMANUEL (ditado pelo espírito EMMANUEL) [55 - página 72]
Ver:
O concurso científico é sempre útil, quando oriundo da consciência esclarecida
e da sinceridade do coração.
Importa considerar, todavia, que a ciência
do mundo, se não deseja continuar no papel de comparsa da tirania e da
destruição, tem absoluta necessidade do Espiritismo,
cuja finalidade divina é a iluminação dos sentimentos, na sagrada melhoria
das características morais do homem. EMMANUEL
Os homens, em verdade, aprenderam a química com a Natureza, copiaram as suas associações, desenvolvendo a sua esfera de estudos, e inventaram uma nomenclatura, reduzindo os valores químicos, sem lhes apreender a origem divina. EMMANUEL
Desde o ponto inicial de suas observações, a Física é obrigada a reconhecer a existência de Deus em seus divinos atributos.
Para demonstrar o sistema do mundo, o cientista não
recorreu ao chamado "eixo imaginário"? EMMANUEL
Químicos e físicos, geômetras e matemáticos,
erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem,
sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes
assegurava as especulações negativistas.
... O futuro pertence ao Espírito! EMMANUEL
A fenomenologia, nos domínios do psiquismo, em vosso século, visa ao ensinamento, à formação da profunda consciência espiritual da Humanidade, constituindo, desse modo, um curso propedêutico para as grandes lições do porvir.
É por essa razão que necessitamos de
operar ativamente para que a Ciência descubra, nos próprios planos físicos, as afirmações de
espiritualidade. [71 - página 183]
A
ciência legítima é a conquista gradual das forças e operações da Natureza,
que se mantinham ocultas à nossa acanhada apreensão.
E como somos filhos do
Deus Revelador, infinito em grandeza, é de esperar tenhamos sempre à frente
ilimitados campos de observação, cujas portas se abrirão ao nosso desejo de
conhecimento, à maneira que gradeçam nossos títulos meritórios. [25 - página 126]
O Espiritismo não é
senão uma moral, e não deve sair dos limites da filosofia, absolutamente, se não
quiser cair no domínio da curiosidade. Deixai de lado as questões científicas;
a missão dos Espíritos não é solucioná-las, poupando-vos o trabalho de
pesquisa — mas a de vos tornar melhores, pois é assim que realmente progredireis.SÃO LUIS [17b - Capítulo XXXI parágrafo XVII]
Háhomens, mesmo entre os intitulados cientistas, que sao tão ofuscados pelas
teorias que se tornam impenetráveis ao valor dos fatos. Mesmo entre os espíritas, alguns há que não dão apreço aos importantes fenômenos objetivos. Todos os grandes progressos, porém, nos inventos e descobertas humanas, têm-se originado da atenção prestada aos fatos, e alguns destes foram tão pequenos como a queda de uma maçã ou a vibração de uma lâmpada.
Desprezar as menores manifestações de origem
espiritual, é uma loucura, quer se trate de uma simples pancada, quer de uma mensagem escrita por alguma força desconhecida. Confesso que uma simples experiência de escrita direta é para mim de maior valor que todos os discursos especulativos dos chamados médiuns falantes, onde nenhuma prova objetiva e científica me é fornecida da sua faculdade extra-humana. Não quero dizer com isso que não ligo importância à mediunidade falante.
Há muita razão para o fato, e, quando a infuência a impele, é prudente e
razoável escutá-la com proveito. [97 - página 145]
Se os fatos da clarividência e escrita direta se dão realmente e são
reproduzíveis, tornam-se científicos tanto quanto a neutralização de um
ácido por um álcali, ou o aparecimento da aurora boreal.
...
Vêde como negligentemente esses diretores se contradizem!
Que poderemos dizer de tão desarrazoada generalização como esta? Se fôsse real, não teríamos verdade alguma sustentável no Espiritismo, e acabaríamos abandonando os nossos fatos, por mais seguros que nos parecessem.
Haverá alguém que, tendo chegado
inteligentemente à posse desses fatos, se
apresente depois negando-os? Eles estão colocados muito acima do escopo do pensamento científico hodierno, fora do alcance e da capacidade de qualquer escola de ensinamento humano (Não são admitidos tantos fatos acima de qualquer explicação humana?) e pertencem antes à regiâo da superciência, na qual se baseiam as verdades e para a qual levantam suas fortificações. Se esperarmos que a Ciência demonstre o Espiritismo, teremos de ir além do amanhã, pois vemos que essa demonstração irá ficando contemplada entre as omissões de cada século que se for sucedendo.
Se a
confiarmos aos cientistas, ela será catalogada e colocada no lugar que
escolherem em seus laboratórios, isto é, como manifestação sem sentido,
corpo sem Espírito, lei sem motivo de existência, e se tornará uma das
fases fenomenais do Universo, declarada pelo mundo científico de hoje como não
tendo uma razão inteligente de ser.” [97 - página 147]
Se
os fenômenos espíritas se limitassem ao círculo de seus seguidores, a opinião geral poderia ver neles
simples artigos de fé, sem maiores conseqüências de interesse geral.
Mas a verdade é que esses fenômenos se multiplicaram, em uma sucessão sempre audaz e desafiadora. O expediente de proibições e excomunhões se tornava ineficaz, desacreditado e ingênuo diante da avalanche de fenômenos variados, como vozes misteriosas, escritas diretas, contato de mãos invisíveis, materializações de espíritos, aparições de espíritos familiares, revelações de uma vida superior e mais bela etc, atestando a inquestionável sobrevivência da alma. Era natural que, em face do volume de tantos fatos, a sociedade requisitasse o exame consciencioso de seus sábios e cientistas.
Estes então, acossados por
todos os lados, descruzaram os braços e se puseram a campo para uma investigação
rigorosa e fria.
Edvaldo Kulcheski http://www.espirito.org.br Link desativado
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES OPORTUNAS SOBRE A RELAÇÃO ESPIRITISMO-CIÊNCIA O verdadeiro trabalho espírita está no aprimoramento do espírito humano em sua bagagem moral, na sublimação dos instintos humanos, vertendo-os em valores divinos, em suma, no progresso moral do mundo. Para isso, sim, o estudo acurado e cauteloso é imprescindível.
Também por isso, experimentações
científicas detalhadas no campo espírita só podem ser feitas com a
expressa colaboração do Plano Espiritual superior que, para isso, exige uma
definitiva demonstração desses valores divinos em nós. Ademir L. Xavier Jr. (Ver: No Mundo Maior, de André Luiz, p. 31.)
Darius
Syman, de Washington, nos apresenta algumas amostras da capacidade da
pseudo-ciência:
Essas supostas explicações nos mostram a atitude da Ciência em relação aos alegados fatos do Espiritismo, como são compreendidos pelo Prof. Youmans e o Dr. Carpenter. Nenhum amontoado de testemunhos pode verificar os fatos alegados, nenhuma lógica conhecida basta para se concluir desses fatos a existência ou a intervenção dos Espiritos ou a realidade de um mundo super-sensorial!
Apesar de nenhum sentido humano poder diretamente conhecer a natureza de alguma dessas forças, elas são simplesmente deduzidas dos movimentos dos corpos.
Pertencem inteiramente ao mundo super-sensorial, e,
apesar disso, pelo fato de serem impessoais, a Ciência lhes dá o selo
da sua aprovação.
Provavelmente receiam que, se a
Ciência, por algum testemunho, reconhecer essas forças, o homem descobrirá que sobrevive à morte!" [97 - página 154]
Em
pleno início do século XXI e dos desenvolvimentos científicos e tecnológicos
que nos aguardam neste novo milênio, somos levados a reavaliar a postura do
Espiritismo perante a Ciência.Embora Kardec tenha enunciado que “o Espiritismo e a Ciência se completam um pelo outro” eles permanecem separados, sobretudo porque o preconceito científico e sistemático da chamada “Ciência Oficial” (ou acadêmica), mantendo sua postura materialista e céptica, leva à negação a priori dos fenômenos espíritas, tomados como superstição ou fraude e, conseqüentemente, rotulando o Espiritismo como destituído de bases científicas. O Espiritismo é definido por Kardec como “a ciência que estuda a origem, a natureza e a destinação dos Espíritos, bem como sua relação com o mundo corpóreo. É ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma filosofia de conseqüências morais” .
Artur Mascarenhas http://www.espirito.org.br
Háoutra classe de pessoas que afeta conhecer os métodos científicos, para a
qual temos plena certeza de que, se uma forma falante e tangível se apresentasse de súbito em uma sala fechada, onde sòmento os
espectadores fôssem admitidos;...
[97 - página 160]
"O
cientista surpreende as realidades da Sabedoria Divina criadas para a evolução
da criatura e revela-lhes a expressão visível ou perceptível ao conhecimento
popular." ("Fonte
Viva", 57, Apóstolos, F.C. Xavier EMMANUEL FEB)
Vemos o comentário em Einstein 3 ao responder sobre se seria hora da fé ser substituída cada vez mais pelo conhecimento: “Pois o método científico não pode nos ensinar nada mais além de como os fatos se relacionam e são condicionados entre si. (...) O conhecimento objetivo nos oferece poderosos instrumentos para o alcance de certos fins, mas a própria meta máxima e o desejo de alcançá-la devem vir de outra fonte.
Aqui nos
deparamos, portanto com os limites da concepção puramente racional da nossa
existência (...)”. Paulo Antonio Ferreira 3 "Einstein viveu aqui" - Abraham Pais - Ed. Nova Fronteira,
1997. http://www.espirito.org.br
Einstein, um dos maiores Cientistas de todos os tempos, disse:
http://www.geocities.com Link desativado
O Dr. John W. Draper, da Universidade de Nova Iorque, foi citado pelo Prof. Tyndall como boa autoridade científica. Mas, em sua obra "Human Physiology!, referindo-se ao corpo humano, Draper observa: "Dai a essa máquina uma consciência e um princípio imortal, e a alma, na mais clara acepção, cairá sob o domínio da Fisiologia, que se ocupará desse princípio imortal." Assim, o Dr. Draper claramente reconhece a necessidade da criação de uma ciência psico-fisiológica. [97 - página 214] Ver: Psicobiofísica
Prestam-se a um exame científico tanto quanto os outros fenômenos da Natureza; e dizer-se que elas são sobrenaturais é prejulgar a questão com a maior e mais profunda ignorância. A reputação do falecido Rev. Baden Powell (1796-1850), da Inglaterra, talvez vos seja desconhecida. Ele foi professor de Geometria em Oxford e um profundo pensador. Acreditava que os fenômenos espíritas deviam ser reconhecidos como fazendo parte do domínio da Natureza e tornar-se objeto de investigações filosóficas. Sua predição foi bem depressa realizada, como o demonstram amplamente os escritos de Wallace, Varley, Crookes, Fichte, Franz Hoffman, Zöllner, Boutlerof, Hare, Wagner e outros homens de ciência. Referindo-se aos fenômenos supersensoriais, Powell disse:
[97 - página 121]
Aquele que crê encontrar no Espiritismo um meio fácil de tudo saber, de tudo descobrir,
incorre em um grande erro.Os Espíritos não estão encarregados de nos trazerem a ciência pronta.
Seria,
com efeito, muito cômodo se nos bastasse perguntar para sermos esclarecidos,
poupando-nos assim o trabalho de pesquisa. Os Espíritos já não podem ser tidos como ledores de sorte, e quem quer que se iluda de obter deles certos segredos, que se prepare para estranhas decepções por parte dos Espíritos zombeteiros.
O Espiritismo é uma ciência de
observação e não uma ciência de
adivinhação ou de especulação. Estudamo-lo para conhecer o estado das individualidades do mundo invisível, as relações que existem entre elas
e nós, sua ação oculta sobre o mundo visível, e não pela utilidade material que dele possamos tirar. Quanto aos Espíritos esclarecidos, eles nos ensinam muito, mas no limites das coisas possíveis, não precisando perguntar-lhes o que eles não podem, ou não devem, nos revelar.
É preciso contentar-se com aquilo que nos dizem, pois, ir
além é expor-se às mistificações dos Espíritos levianos, sempre prontos para responderem a tudo. A experiência nos ensina
a discernir o grau de confiança que lhes podemos
dar. [78 - Diversidade dos Espíritos]
Diante das perplexidades da Ciência e da pressão cada
vez maior dos fatos novos, que não cessam de fustigar a inteligência humana e
de rumá-la para novas pesquisas e conclusões mais altas, cabe aos espíritas a sublime missão de oferecer aos pesquisadores e estudiosos humanos a contribuição
substancial do Espiritismo,
de modo a ajudar os cientistas sinceros a orientar-se com segurança na direção
das verdadeiras soluções.
Mas os espíritas só conseguirão fazer isso, com verdadeiro proveito, se se dedicarem seriamente ao estudo das realidades e dos progressos da Ciência, cotejando tudo, ponto por ponto, com as pesquisas, os conhecimentos e as revelações do Espiritismo, de modo a oferecer contribuições sérias aos pesquisadores e aos homens de pensamento que laboram fora de nossos muros. Alertados para inúmeros aspectos importantes da realidade, que insistem em desdenhar ou simplesmente não conhecem, talvez alguns estudiosos capazes e de boa-fé acertem o passo no sentido de maiúsculas e felizes constatações. Naturalmente, o trabalho maior dos espíritas-cristãos será sempre o da sua própria melhoria de sentimentos e do bem-fazer.
Não temos nenhuma
ilusão quanto a vantagens (que sabemos improváveis) em qualquer atitude de
proselitismo ou de pernóstica presunção de maior saber. Afinal, as novas dimensões do conhecimento, que se abrem no mundo, são as grandes dimensões do Espírito. ... Seria, porém, rematada ingenuidade supor que a Ciência humana terrestre chegará rapidamente à solução definitiva dos seus problemas substanciais, porque precisará realizar, antes disso e para isso, duas conquistas fundamentais:
Neste último caso, as dificuldades a vencer serão imensas, porque somente oEspírito pode ver, identificar e examinar o Espírito. Não se trata, portanto, tão-somente, de aperfeiçoar maquinismos e instrumentos técnicos, mas sim CONSCIÊNCIAS, através do desenvolvimento racional de FACULDADES PSICOFÍSICAS capazes de serem utilizadas para a produção útil de fenômenos investigáveis. Enquanto, porém, não houver, na Terra, condições morais que justifiquem tão elevado tipo de cooperação aberta e indiscriminada, o Governo Espiritual do Planeta não facilitará condições nem circunstâncias que favoreçam o êxito maior de tentames dessa espécie, além dos limites da educação e do incentivo ao espírito perquiridor dos homens. É fácil de compreender que o intercâmbio livre e permanente com planos e forças superiores da vida não pode ser facultado a seres predadores, de baixo senso ético e ainda espiritualmente irresponsáveis.
Por essa razão, a aceitação e a vivência
dos princípios morais do Evangelho de Jesus são condições fundamentais a
serem cumpridas, a fim de que as Inteligências Superiores outorguem ao Homem Terrestre o diploma de maioridade espiritual que lhe permitirá o ingresso efetivo no
mundo de relações com a Comunidade Cósmica a que pertence. Ver:
Na dedicatória da obra "PROVAS CIENTÍFICAS DA SOBREVIVÊNCIA", dirigindo-se a William Crookes, com o profundo respeito que o mestre inglês lhe merece, Zöllner acentua, com bravura e amargor: “Sobre vós também, ingratidão e ridículo foram lançados, com o máximo de liberalidade, pelos cegos, representantes da ciência moderna e pelas multidões mal orientadas pelos seus ensinamentos.” A evolução da Física, alegam ainda agora esses mesmos “cegos”, arquivou todas as grandes pesquisas do passado. Entretanto, são os próprios físicos atuais, a partir de Einstein, os primeiros a reconhecerem que o desenvolvimento da Física Nuclear leva cada vez mais as pesquisas científicas para a desmaterialização da nossa concepção do mundo.
[112 - página 11] -
Bibliografia de Pesquisas Científicas de Fenômenos Espíritas Uma bibliografia de quase 400 publicações que abrange os fenômenos espíritas, a história de suas descobertas e as pesquisas científicas realizadas com o fim de se entendê-los e se criar uma teoria para explicá-los.
Esse catálogo de
obras permite ao interessado na investigação científica dos fenômenos espíritas
ter contato com os principais trabalhos realizados na área, e visa atender
especificamente aos pesquisadores interessados na hipótese do espírito. Autor: Luiz Otávio Saraiva Ferreira http://msohn.sites.uol.com.br Link desativado
Quanto mais a ciência se aprofunda nos mistérios do Universo, com telescópios que
esquadrinham os confins do espaço e microscópios que vasculham o íntimo da matéria,
menos lugar para as teorias religiosas imagina-se existir nos corações e
mentes humanas.Em pleno século da tecnologia, porém, o que se vê é o contrário. As mesmas ferramentas inventadas para saciar nossa curiosidade aumentaram o desconhecimento. E Deus nunca esteve tão presente. Ao longo da história, a fé e a razão alternaram períodos de compreensão mútua e animosidade declarada. A única forma de conciliação possível era cada um ficar na sua. A ciência se contentaria em responder o que são e como ocorrem os fenômenos naturais, enquanto a teologia encontraria o conforto espiritual.
No último século, a ciência validou a noção de que vemos apenas uma pequena
porção do que existe. E aí residem milhões de possibilidades. “Quanto mais a ciência avança ao propor novas formas de explicação para o Universo, mais o mistério se aprofunda e abre caminho para interpretações”, resume Mário Sérgio Cortella, professor titular de teologia e ciências da religião na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O progresso científico trouxe luz e conhecimento e pavimentou a estrada para desvendar os mecanismos da fé. Em comum, ciência e espiritualidade vivem no encalço da verdade. A missão da ciência não é investigar se Deus existe ou não, mas como a mente percebe as manifestações divinas.
Em vez de
criar um fosso entre espírito e razão, o que se vê hoje é um ciclo
conciliador e paralelo, não sem pedras no caminho. Nesse processo de investigação, a neurociência demonstra que a religiosidade está sediada no cérebro.
Estudos feitos com monges e freiras em clausura
mostram que houve mudanças na química do sangue e nas ondas cerebrais quando
eles oravam ou meditavam.
Hoje se juntam a isso modelos
biológicos. Se é verdade ou não, não se sabe”, diz o neurologista Getúlio
Daré Rabello, do Hospital das Clínicas de São Paulo. http://www.terra.com.br/istoe Link desativado
Cientistas que se dedicaram ao estudo do paranormal
A Ciência perante o Espiritismo - Divaldo Franco Link desativado
FÍSICA QUÂNTICA E ESPIRITUALIDADE - TEMA PARA REFLEXÃO https://www.youtube.com Link desativado
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