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Mediunidade[do latim medium + -idade]
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Medianimidade - Faculdade dos médiuns.
Sinônimo de mediunidade. Estas duas palavras são, com freqüência, empregadas indiferentemente. A se querer fazer uma distinção, poder-se-á dizer que:
Ele possui o dom de mediunidade. A medianimidade mecânica Definição e Natureza da Mediunidade:
O Dom Mediúnico Não é Sinal de Mérito:
Revista Espírita, Fevereiro de 1859 Allan Kardec
A mediunidade é um madeiro de espinhos dilacerantes, mas com o avanço da subida, calvárío acima, os acúleos se transformam em flores e os braços da cruz se transformam em asas de luz para a alma livre na imortalidade. BEZERRA DE MENEZES
A mediunidade é uma energia peculiar a todos, em maior ou menor grau de exteriorização, energia essa que se encontra subordinada aos princípios de direção e à lei do uso, tanto quanto a enxada que pode ser mobilizada para servir ou ferir, conforme o impulso que a orienta, melhorando sempre, quando em serviço metódico, ou revestindo-se de ferrugem asfixiante e destrutiva, quando em constante repouso.
As vivências tidas como mediúnicas são descritas na maioria das
civilizaçõese têm
um grande impacto sobre a sociedade.
Apesar de ser um tema poucoestudado atualmente, já foi objeto de intensas investigações por alguns dos fundadores da moderna psicologia e psiquiatria. Foi revisado o materialproduzido por Janet, James, Myers, Freud e Jung a respeito da mediunidade, com ênfase em dois aspectos: suas causas e relações com psicopatologia.Esses pesquisadores chegaram a três conclusões distintas.
Conhecer os estudos já realizados para dar continuidade nessas investigações em busca de um paradigma realmente científico sobre a mediunidade. http://www.hcnet.usp.br (Link desativado)
O desenvolvimento da mediunidade não guarda relação com o desenvolvimento moral dos médiuns.
É imprescindível que o clima da prece, da renúncia edificante, do espírito de serviço e fé renovadora, através de padrões morais nobilitantes, constitua a nota fundamental de nossas atividades no psiquismo transformador , a fim de que nos encontremos, realmente, num serviço de elevação para o Supremo Pai.
Todos os aprendizes da fé podem converter-se em médiuns da caridade através da qual opera o Espírito de Jesus, de mil modos diferentes, em cada setor de nossa marcha evolutiva.
Não
é a mediunidade que te distingue. É aquilo que fazes dela. A ação do Instrumento varia conforme a atitude do servidor. A produção revela o operário. A pena mostra a alma de quem escreve. O patrimônio caminha no rumo que o mordomo dirige. O lavrador tem a enxada, entretanto...
O legislador guarda o poder; contudo, através dele...
O artista dispõe de mais amplos recursos da Inteligência; todavia, com eles...
Urge reconhecer, no entanto, que acerca das qualidades e possibilidades do lavrador, do legislador e do artista, na concessão do mandato que lhes é confiado, apenas à Lei Divina realmente cabe julgar. Todos nós, porém, de imediato, conseguimos classificar-lhes a influência pelos males ou bens que espalhem. Assim também na mediunidade. Seja qual for o talento que te enriquece, busca primeiro o bem, na convicção de que o bem, a favor do próximo, é o bem irrepreensível que podemos fazer. Desse modo, ainda mesmo te sintas imperfeito e desajustado, infeliz ou doente, utiliza a força medianímica de que a vida te envolve, ajudando e educando, amparando e servindo, no auxilio aos semelhantes, porque o bem que fizeres retornará dos outros ao teu próprio caminho, como bênção de Deus a brilhar sobre ti. Texto
ditado por EMMANUEL [80 - página 43 - "Na Mediunidade"]
Todas as faculdades são favores pelos quais deve a criatura render
graças a Deus, pois que homens há privados delas.
A faculdade medianímicaprende-se ao organismo; ela é independente das qualidades morais do médium,
e é encontrada nos mais indignos como nos mais
dignos. Allan Kardec
A mediunidade é aquela luz que seria
derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos
do Consolador, atualmente em curso na Terra. A missão mediúnica, se tem os seus percalços e as suas lutas dolorosas, é uma das mais belas oportunidades de progresso e de redenção concedidas por Deus aos seus filhos misérrimos. Sendo luz que brilha na carne, a mediunidade é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal, elemento renovador da posição moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo. [41a - página 213]
Na mediunidade não existem propriamente privilégios para os que se encontram em
determinada situação; porém, vence nos seus labores quem detiver a
maior porcentagem de sentimento.
E a mulher, pela evolução de sua sensibilidade em todos os climas e situações, através dos tempos, está, na atualidade, em esfera superior à do homem, para interpretar, com mais precisão e sentido de beleza, as mensagens dos planos invisíveis. [41a - página 214]
Não existe mediunidade mais preciosa uma que a outra. Qualqu er uma é campo aberto às mais belas realizações espirituais, sendo justo que o médium, com a tarefa definida, se encha de espírito missionário, com dedicação sincera e fraternidade pura, para que o seu mandato não seja traído na improdutividade. [41a - página 215]
Esmagadora maioria
dos estudantes do Espiritismo situam n a mediunidade a pedra basilar de todas as edificações doutrinárias, mas cometem o
erro de considerar por médiuns tão-somente os trabalhadores da fé
renovadora, com tarefas especiais, ou os doentes psíquicos que, por
vezes, servem admiravelmente à esfera das manifestações fenomênicas. (Ver: Paixão do fenômeno) Antes de tudo, é preciso compreender que:
Dos círculos mais baixos aos mais elevados da vida, existem entidades angélicas, humanas e subhumanas, agindo através da inteligência encarnada, estimulando o progresso e divinizando experiências, brunindo caracteres ou sustentando abençoadas reparações, protegendo a natureza e garantindo as leis que nos governam. Cada individualidade renasce em ligação com os centros de vida invisível do qual procede, e continuará, de modo geral, a ser instrumento do conjunto em que mantém suas concepções e seus pensamentos habituais. Se deseja, porém, aproveitar a contribuição que a escola sublime do mundo lhe oferece, em seus cursos diversos de preparação e aperfeiçoamento, aplicando-se à execução do bem, nos menores ângulos do caminho, adquirindo mais amplas provisões de amor e sabedoria, é aceita pelos grandes benfeitores do mundo, nos quadros da evolução humana, por intérprete da assistência divina, onde quer que se encontre, seja na construção do patrimônio de conforto material ou na santificação da alma eterna. É necessário, contudo, reconhecer que, na esfera da mediunidade , cada servidor se reveste de características próprias. O conteúdo sofrerá sempre a influenciação da forma e da condição do recipiente. Essa é a lei do intercâmbio.
Mediunidade, pois, para o serviço da revelação divina reclama estudo constante e devotamento ao bem para o indispensável enriquecimento de ciência e virtude.
[10 - página 115]
ENTRE AS FORÇAS COMUNS
Indiscutivelmente a mediunidade, no
aspecto em que a conhecemos na Terra,
é a resultante de extrema sensibilidade magnética, embora, no
fundo, estejamos informados de que os dons mediúnicos,
em graus diversos, são recursos inerentes a todos. Cada ser é portador de certas atividades e, por isso mesmo, é instrumento da vida.
Assim também o pensamento invisível do homem associa-se ao invisível pensamento das entidades espirituais que o assistem, estabelecendo múltiplas combinações, em benefício do trabalho de todos, na evolução geral. (Ver: Pensamentos e Espíritos) Importa reconhecer, porém, que existem mentes reencarnadas, em condições especialíssimas, que oferecem qualidades excepcionais para os serviços de intercâmbio entre os vivos da carne e os vivos do Além. Nessas circunstâncias, identificamos os medianeiros adequados aos fenômenos de manifestação do espírito liberto, nos círculos de matéria mais densa. Contudo, nem sempre os donos dessas energias são mensageiros da sublimação interior. Na extensa comunidade de almas da Terra avultam, em maioria, as consciências ainda enfermiças, por moralmente endividadas com a Lei Divina; conseqüentemente, a maior parte das organizações medianímicas, no Planeta, não podem escapar a essa regra. Mais de dois terços dos médiuns do mundo jazem, ainda, nas zonas de desequilíbrio espiritual, sintonizados com as inteligências invisíveis que lhes são afins.
Reclamam, em razão disso, estudo e boa-vontade no
serviço do bem, a fim de retomarem a subida harmônica aos cimos da luz,
assim como os cooperadores de qualquer instituição respeitável da Terra
necessitam exercício constante no trabalho esposado para crescerem na
competência e no crédito moral. Através deles, outras inteligências atuam sobre a nossa.
Devemos ajudar a todos, mas precisamos selecionar os ingredientes de nossa alimentação mais íntima.
A obra da caridade tudo transforma em favor do bem. A atitude é oração.
E, pela atitude, mostramos a qualidade dos nossos
desejos.
ATOS[1]
II PEDRO [1]
Todos somos médiuns, dentro do campo mental
que nos é próprio, ...
[28a - página 11 ]
"Mediunidade é um compromisso de espíritos muitos endividados; é a última chance, na
expressão popular. Só se dá remédio melhor ao doente mais grave; à exceção de alguns poucos médiuns, que eu chamaria de raros, cuja vida é apostolar e que vêm na Terra em verdadeiras missões, nós outros, a grande maioria, somos constituídos de espíritos em reabilitação. Então eu diria aos companheiros de luta que a mediunidade é uma terapia que a divindade nos dá para o nosso reequilíbrio. Como somos criaturas muito frágeis sob muitos aspectos e vivemos numa cultura de muitas facilidades, tenhamos cuidado.
Quando o médium parece estar ornado de apogeu, de facilidades, está em perigo.
Entrevista
-
Mediunidade: Natural aptidão para intermediar os Espíritos.
A mediunidade de hoje é, na essência,
a profecia das religiões de todos os tempos,
com a diferença de que a mediunidade hoje é uma concessão do Senhor à Humanidade em geral, considerando-se a
madureza do entendimento humano, à frente da vida.
O fenômeno mediúnico
não é novo.
Por esse motivo, o
Governo oculto do Planeta deliberou que a mediunidade fosse
trazida do colégio sacerdotal à praça pública, a fim de que a noção
da eternidade, através da sobrevivência da alma,
desperte a mente anestesiada do povo. [28a - página 175 ]
A mediunidade existe independentemente das condições morais da pessoa, entretanto, uma boa condição moral, pela lei de afinidade, facilita atrair Espíritos cada vez mais adiantados.
"A mediunidade é ensejo de serviço e aprimoramento, resgate e solução." EMMANUEL
A bem dizer, o fenômeno mediúnico surgiu com o próprio aparecimento do
homem sobre a Terra. Entretanto, somente após o advento do Espiritismo passou a ter sua adequada conceituação e ser objeto de estudo científico e prática metodizada, em âmbito universal. De modo genérico, no entanto, parece-nos que,
Em seu livro A vida de Ultratumba, Rufina Noeggerath registra esta comunicação ditada pelo Espírito Henrique Delaage: "A mediunidade não é um dom na acepção comum da palavra; tão pouco é um privilégio. Cada pessoa vem à Terra com uma faculdade mediúnica determinada, inerente à sua natureza, para ter a possibilidade de se comunicar com os desencarnados que, por seu passado, seu presente, e, melhor ainda por seu futuro, estão enlaçados aos mortais". A mediunidade constitui-se pois, num instrumento de trabalho para aqueles que retornam à vida corporal as mais das vezes em serviço de reajustamento.
Mas, representa, ao mesmo tempo,
uma faca de dois gumes. Aureliano Alves Netto (Revista Internacional de Espiritismo – Agosto de 1972) http://www.espirito.org.br/
Indubitavelmente, a mediunidade é problema dos mais sugestivos na atualidade do mundo.
Aproxima-se o homem terreno da Era do Espírito. Sob a luz da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria e, decerto, precisa de cooperação, a fim de que se lhe habilite o entendimento. [28a - página 13] (Ver: Superconsciência)
A mediunidade como instrumentação da vida
surge em toda a parte.
Em todos os lugares, damos e recebemos, filtrando os recursos que nos cercam e moldando-lhes a manifestação, segundo as nossas possibilidades. [28a - página 281 ]
"O médium não está em crise, nem
em sono, mas
perfeitamente desperto, agindo e pensando como todo o
mundo, sem nada ter de extraordinário. Certos efeitos particulares puderam dar lugar a esse equívoco.
Mas, qualquer um que não se limite a julgar as coisas
por um único aspecto, reconhecerá, sem esforço, que o médium é
dotado de uma faculdade particular que não permite confundi-lo com o sonâmbulo,
e a completa independência do seu pensamento é provada por
fatos da máxima evidência.
Diz-se, ainda, que os médiuns não falam claramente senão de coisas conhecidas. Como explicar o fato seguinte e cem outros do mesmo gênero? Um de meus amigos, muito bom médium escrevente, perguntou a um Espírito se uma pessoa, que ele havia perdido de vista há quinze anos, estava ainda neste mundo. "Sim, ela vive ainda, respondeu-lhe; ela mora em Paris, à rua tal, número tal." Ele vai e encontra a pessoa no endereço indicado.
É isso ilusão?
Não me reporto à generalidade — redarguiu o interlocutor —, porque a mediunidade é título de serviço como qualquer outro.
Para semelhantes experimentadores, seria extremamente difícil a formação de equipes eficientes, representativas de nosso plano. Não se sabe quando estão dispostos a servir.
[40 - página 214/215]
Mediunidade não é instrumento de mágica, com que os Espíritos Superiores adormeçam a mente dos amigos encarnados, utilizando-os em espetáculos indébitos para a curiosidade humana. Realmente observamos companheiros que se confiam a entidades não aperfeiçoadas, embora inteligentes, efetuando o fascínio provisório de muitos, no setor das gratificações sentimentais menos construtivas, entretanto, aí temos apenas o encantamento temporário e nada mais. Tarefa mediúnica, no fundo, é consagração do trabalhador ao ministério do bem. O fenômeno, dentro dela, surge em último lugar, porque, antes de tudo, representa caridade operante, fé ativa e devotamento ao próximo. Quem busque orientação para empresas dessa ordem, procure a companhia do Cristo, que não vacilou em aceitar a cruz para servir, dentro do divino amor que lhe inflamava o coração. Ser medianeiro das forças elevadas que governam a vida é sintonizar-se com a onda renovadora do Evangelho, que instituiu o “amemo-nos uns aos outros”, qual Jesus se dedicou a nós, em todos os dias da vida. A prosperidade dos sentidos superiores da alma não reside no artificialismo dos fenômenos transitórios e sim na abnegação com que o discípulo da verdade se honra em peregrinar com o Mestre do perdão e da humildade, da renúncia e da vida eterna, auxiliando, sem exceção, aos viajores do escabroso caminho terrestre. Se pretendes um título na mediunidade que manifesta no mundo as revelações do Senhor, não te fixes tão-só na técnica fenomênica; rejubila-te com as oportunidades de servir, exprimindo boa vontade no socorro a todos os necessitados da senda humana; e, renovando os sofredores e os ignorantes, os perturbados e os tristes, sob o estandarte vivo de teu coração aberto para a Humanidade, abraça-os por tua própria família! Depois disso, guarda a certeza de que te movimentas para a frente e para o alto, porque Jesus, o Divino Mestre, virá ao teu encontro, inundando-te a jornada de esperança, alegria e luz. [120 - capítulo XX]
Falais de “dotes espirituais” e, é claro, vos referirdes ao que chamamos "disposições espirituais”.
Se vos tivésseis familiarizado com os fenômenos, antes de buscardes desacreditá-los, saberíeis que a sensitividade mediúnica à ação dos chamados Espíritos não depende de superioridade moral ou intelectual do médium em relação aos outros homens; que alguns dos mais poderosos médiuns são os menos próprios para ser julgados entes espiritualizados; que eles são, muitas vezes, pessoas tão facilmente dominadas pelas influências más e por grosseiros apetites sensuais, como pelas boas e puras; e que são raros os exemplos em que um médium de certos fenômenos objetivos seja ao mesmo tempo um filósofo e um santo. [97 - página 131]
A mediunidade é uma
missão de que se incumbem certos indivíduos e cujo desempenho os faz
ditosos. Sendo uma missão, não constitui privilégio dos homens de bem e neste caso a faculdade lhes é concedida porque precisam dela para se melhorarem. A faculdade propriamente dita se radica no organismo e independe do desenvolvimento moral.
O mesmo, porém, não se dá com seu
uso, que pode ser bom ou mau, conforme as qualidades do médium.
Trabalho de João Gonçalvez Filho MEDIUNIDADE - 1908
Não
confundir espírita com médium e nem Espiritismo com mediunismo. http://www.annex.com.br/ (Link desativado)
A mediunidade é um atributo biológico,
acredito, que acontece pelo funcionamento da pineal,
que capta o campo eletromagnético, através do qual a espiritualidade interfere. Não só no espiritismo, mas em qualquer expressão de religiosidade, ativa se a mediunidade, que é uma ligação com o mundo espiritual. Um hindu, um católico, um judeu ou um protestante que estiver fazendo uma prece, está ativando sua capacidade de sintonizar com um plano espiritual. Isso é o que se chama mediunidade, que é intermediar. Então, isso não é uma bandeira religiosa, mas uma função natural, existente em todas as religiões.
E
isso deve acontecer através do campo magnético, sem dúvida.
Também não há uma prova final de que tudo isto existe. Não existe oposição entre o espiritual e o científico. Você pode abordar o espiritual com metodologia científica, e o espiritismo sempre vai optar pela ciência. Essa é uma condição precípua do pensamento espírita. Os cientistas materialistas que disserem "esta é minha opinião pessoal", estarão sendo coerentes. Mas se disserem que a opção materialista é a opinião da ciência, estarão subvertendo aquilo que é a ciência. A American Medicai Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal.
O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas
na área da espiritualidade e espiritismo.
Paula Calloni de Souza Entrevista da revista Espiritismo & Ciência com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretorpresidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.
![]() Entrevista gravada no Estúdio da TV FEC no dia 2 de setembro de 2011. http://www.youtube.com/watch?v=HOqX6bwk8SQ (Link desativado)
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