|
Imagem de longa exposição do telescópio Espacial Hubble, mostrando que todos os tipos de galáxias já eram encontradas no passado remoto. http://astro.if.ufrgs.br/galax/index.htm
Evolução das Galáxias: Um dos campos da astrofísica mais em voga no momento é o estudo da formação das galáxias. Os telescópios estão explorando galáxias muito antigas e simulações de computador obtêm detalhes sem precedentes. Os pesquisadores poderão em breve fazer com as galáxias o que fizeram com as estrelas no início do século XX: obter uma explicação unificada, com base em alguns poucos processos gerais, para a enorme diversidade de corpos celestes. Nas galáxias, esses processos incluem a instabilidade gravitacional, o resfriamento radiativo, o relaxamento (pelo qual as galáxias chegam ao equilíbrio interno) e interações entre as galáxias. Vários problemas ainda precisam ser resolvidos. Uma resposta aceitável está na possibilidade de que as estrelas, embora insignificantes diante de corpos enormes como as galáxias, tenham na realidade um efeito muito grande sobre sua estrutura. http://www2.uol.com.br/sciam/galax1.html www.sciam.com.br Revista semanal: SCIENTIFIC AMERICAN - BRASIL
As galáxias da Via Láctea e de Andrômeda aproximam-se uma da outra a 500 mil quilômetros por hora. Só daqui a bilhões de anos elas começarão a dançar esse tango violento. A Via Láctea, a menor, deverá passar através de Andrômeda e o impacto liberará uma cauda de estrelas. A cena deve corresponder à imagem, captada pelo Hubble, de um choque real entre duas galáxias conhecidas com Ratazanas. O nosso sistema solar será arremessado para a segurança do espaço. Ou destruído pela radiação das supernovas da nova galáxia. Há menos de um século , os conhecimentos dos astrônomos estavam restritos à nossa própria galáxia, a Via Láctea, que eles acreditavam possuir cerca de 100 milhões de estrelas. Então descobriu-se que algumas manchas no céu eram elas próprias outras galáxias - conjuntos de estrelas, gás e poeira agrupados pela força da gravidade. Atualmente sabemos que a Via Láctea contém mais de 100 bilhões de estrelas e que existem cerca de 100 bilhões de galáxias no universo. A galáxia de Andrômeda foi descoberta em 1923 pelo astrônomo Edwin Hubble, foi a primeira comprovação de que havia outras galáxias além da Via Láctea. Uma misteriosa espécie de matéria, que não pode ser vista e é conhecida como "matéria escura", representa 90% de toda a matéria existente no universo. As galáxias não passam de manchas brilhantes em meio a um mar de matéria escura. Sem a atração adicional proporcionada pela matéria escura, não haveria gravidade suficiente para atrair a matéria em aglomerados de dimensões galáticas ou mesmo para a formação da primeira estrela. [Revista National Geographic Brasil - FEV/2003] www.nationalgeographicbr.com.br (Link desativado)
http://www.astro.up.pt (Link desativado)
Apenas na nossa galáxia, a Via_Láctea, podem existir até 2 bilhões de planetas de tamanho semelhante ao da Terra. E isso é apenas a ponta do iceberg estelar. Cientistas estimam que existam mais de 50 bilhões de outras galáxias no Universo. Os primeiros dados do telescópio Kepler, divulgados em fevereiro, mas reunidos agora em um novo estudo de pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia, sugerem que entre 1,4% e 2,7% das estrelas parecidas com o Sol possam ter planetas com tamanho entre 0,8 e 2 vezes o da Terra. A maioria deve estar na chamada zona habitável - a distância da estrela que permite a presença de água líquida, considerada condição essencial à vida. Esse detalhe animou os cientistas. "Com um número assim tão grande, de planetas com tamanho parecido com o da Terra, há uma boa chance de existir vida, talvez até inteligente, em alguns deles". Disse ao site Space, com o astrônomo da Nasa José Catanzarite, um dos responsáveis pela pesquisa. |
DESAPARECIDOS (Crianças e Adolescentes)



