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Os chamados chacras, corno acontece com os centros menores, conhecidos corno pontos de acupuntura ou acupontos (modernamente, “campos de vida”), são hoje cada vez mais estudados e, mesmo, aparelhos têm sido construídos para detectá-los e avaliá-los.
O médico e pesquisador japonês, Hiroshi MOTOYAMA, por exemplo, baseando-se “nas hipóteses de que cada chacra se relaciona intimamente com um determinado plexo nervoso e seu respectivo órgão interno”, e procurando descobrir a energia produzida pelos chacras e lançada no corpo, desenhou um aparelho que denominou “Instrumento do Chakra”, o qual, ao contrário do eletroencefalógrafo e dos instrumentos de eletrofisiologia, conforme explica, detecta “minúsculas variações energéticas (elétricas, magnéticas, ópticas) de um paciente”, sendo os sinais ópticos e elétricos por ele emitidos, “amplificados e analisados por um processador, um analisador de espectros de força e outros equipamentos semelhantes localizados no exterior do recipiente, sendo então registrados simultanearnente numa fita gravadora de diversos canais, juntamente com variáveis convencionais como a respiração, o ECG, o pletismógrafo e o GSR.” (MOTOYAMA, Hiroshi. "Teoria dos Chakras — Pontepara a Consciência Superior”. 9ª ed., São Paulo: PENSAMENTO, 1993, p. 248: Cap. IX. Trad. Zuleika T. Wiechmann Frcsehi).[3] |
