____O termo Deontologia surge das palavras
gregas “déon, déontos” que significa dever e “lógos” que se traduz
por discurso ou tratado. Sendo assim, a deontologia
seria o tratado do dever ou o conjunto de deveres, princípios e normas adotadas
por um determinado grupo profissional. A deontologia
é uma disciplina da ética especial adaptada ao exercício da uma profissão.
http://www.psicologia.com.pt/profissional/etica/
Link desativado Benjamin
Teixeira, pelo espírito Eugênia
- Ser
racional: Nunca aceitar nenhuma tese que não seja diretamente comprovada
por raciocínios lógicos e práticos. O que fira o bom senso nunca poderá
ser considerado genuinamente espírita.
____(Ver: Comprovação
mediúnica)
- Ser
cristão: Espírita sem amor ou ideal é espírita sem alma. O propósito último
do Espiritismo é
religar_a_criatura_ao_Criador, de modo que o código
supremo de conduta ética e espiritualidade lecionado por Jesus é indispensável.
E esse código se sintetiza em uma palavra: amor. Todas as decorrências
desse princípio se fazem, destarte, espontâneas como obrigatórias ao espírita,
tais como:
- caridade,
- serviço voluntário,
- conduta generosa e solidária,
- indulgência e cordialidade em todas as circunstâncias.
- Ser
informado: É dever do espírita manter-se continuamente em busca de se
atualizar quanto às novas descobertas da Ciência e entrosar-se com as
novas ilações dos pensadores mais proeminentes da cultura. O Espiritismo
tem como elemento principiológico basilar continuamente se renovar,
acompanhando os avanços da humanidade.
____(Ver: Ciência
e Espiritismo)
- Ser
progressista: Como inferência imediata do item anterior, não pode existir
espírita conservador, em tese, já que o Espiritismo é um sistema de
renovação contínua, incorporando as contribuições de todos os campos do
saber e do agir humanos.
- Ser
pacificador: O espírita, apesar de ser progressista, não é um ser de
protesto. Encontrando o ponto de equilíbrio ideal entre ação vanguardista
e táticas políticas e psicológicas de adaptação ao meio ambiente, o espírita
jamais usa o ataque como meio de defesa, nem a violência como instrumento
de transformação e melhora. Muito pelo contrário: suas ideias revolucionárias
vêm a trazer elucidações importantes aos conflitos interpessoais, dando
espaço à discordância e à evolução, sem perturbação e
constrangimentos.
- Ser
feliz: A felicidade é o resultado direto e imediato do alinhamento com as
grandes leis de harmonia e paz do Cosmos. Quem não é feliz não pode estar
em consonância com os grandes princípios de equilíbrio e bem estar. Ser
feliz é direito e dever, uma busca constante do espírita consciente, certo
de que a felicidade traduz um estado de saúde integral, que corresponde aos
anseios do ser humano psicologicamente maduro e completo.
- Ser
realizador: O espírita deve ter uma consciência naturalmente aguçada de
oportunidades de agir, de modo que não perde tempo com especulações
vazias. A realização deve ser seu norte constante, com pleno
aproveitamento dos ensejos de fazer e se transformar, que a existência lhe
propicia.
- Ser
ecumênico: Os pruridos de seita, o lamentável sectarismo que se faz ver-se
melhor que os outros, e o anseio de proselitismo são completamente avessos
à natureza das ideias espíritas. Nem o Espiritismo se considera a única
via de salvação, nem está preocupado em converter pessoas a seu círculo
de ideias. Tem,
por outro lado, paradoxalmente, um grande afã por expandir, o máximo possível,
as suas propostas, a fim de que sejam incorporadas ao dia a dia dos indivíduos,
tornando-os melhores.
(Texto
recebido em 31 de maio de 2001)
www.saltoquantico.com.br
http://www.saltoquantico.com.br/espiritismo.htm
Link desativado Ontologia: s. f. 1. Ciência do ser em geral. 2. Filos. Parte da metafísica que estuda o ser em geral e suas propriedades transcendentais.
|