|
PRINCÍPIOS INTELIGENTES RUDIMENTARES Com o transcurso dos evos, surpreendemos as células como princípios inteligentes de feição rudimentar, a serviço do princípio inteligente em estágio mais nobre nos animais superiores e nas criaturas humanas, renovando-se continuamente, no corpo físico e no corpo espiritual, em modulações vibratórias diversas, conforme a situação da inteligência que as senhoreia, depois do berço ou depois do túmulo.
André Luiz
... O óvulo, como toda célula viva, possui um campo de fluido vital ao seu redor. Esse fluido vital, ou energia vital, é um campo de força que atrai as energias da entidade reencarnante. O Espírito, ou seja, a entidade reencarnante liga-se ou se prende, por intermédio do seu perispírito, ao fluido vital (bionergia) do óvulo... https://intelitera.blogspot.com/2017/03/ qual-e-o-momento-da-reencarnacao.html
FORMAS DAS CÉLULAS (Ver: Consciência quântica)
Articulam-se em múltiplas formas, adaptando-se às funções que lhes competem, no veículo de manifestação da criatura que temporariamente as segrega, à maneira de peças eletromagnéticas inteligentes, em máquina eletromagnética superinteligente, atendendo com precisão matemática aos apelos da mente, assemelhando-se, de certo modo, no organismo, aos milhões de átomos que constituem harmonicamente as cordas de um piano, acionadas pelos martelos minúsculos dos nervos, ao impacto das teclas que podemos simbolizar nos fulcros energéticos do córtice encefálico, movimentado e controlado pelo Espírito, através do centro coronário que sustenta a conjunção da vida mental com a forma organizada em que ela própria se expressa.
André Luiz
MOTORES ELÉTRICOS MICROSCÓPICOS Dispostas na construção da forma em processo idêntico ao da superposição dos tijolos numa obra de alvenaria, as células são compelidas à disciplina, perante a ideia orientadora que as associa e governa, quanto os tijolos vulgares são constrangidos à submissão ante as linhas traçadas pelo arquiteto que lhes aproveita o concurso na concretização de projeto específico.
Temo-las, desse modo — repetimos —, por microscópicos motores elétricos, com vida própria, subordinando-se às determinações do ser que as aglutina e que lhes imprime a fixação ou a mobilidade indispensáveis às funções que devam exercer no mar interiordo mundo orgânico,...
André Luiz
O TODO INDUIVISÍVEL DO ORGANISMO
É da doutrina celular corrente no
mundo que as células tomam aspectos diferentes conforme a natureza das organizações
a que servem, competindo-nos desenvolver mais amplamente o asserto, para
asseverar que a inteligência, influenciando o citoplasma, que é, nofundo, o elemento intersticial de vinculação das forças fisiopsicossomáticas, obriga as células ao
trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de
repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as
unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das
tarefas que a vida lhes assinala.André Luiz Ver:
Citoplasma: elo de ligação das forças perispiríticas e do corpo físico.
[0]
Perfeitamente compreensíveis, nessa base, os estudos científicos que reconhecem os agrupamentos colaboracionistas das células especializadas, através da cultura artificial dos tecidos orgânicos, em que um fragmento qualquer desses mesmos tecidos, seja da epiderme ou do cérebro, permanece vivo, por muito tempo, quando mergulhado em soro que, cuidadosamente imunizado e mantido na temperatura correspondente à do corpo físico, acusa uma vida intensa. Decorridas algumas horas, os produtos de excreta intoxicam o soro, impedindo o desenvolvimento celular; mas, se o líquido for renovado, continuam as células a crescer no mesmo ritmo de movimento e expansão que lhes marca a atividade no edifício corpóreo. Todavia, fora do governo mental que as dirigia, não se revelam iguais às suas irnãs em função orgânica.
Isso ocorre porque as células, quando ajustadas ao ambiente orgânico, demonstram o comportamento natural do operário mobilizado em serviço, sob as ordens da Inteligência, comunicando-se umas com as outras sob o influxo espiritual que lhes mantém a coesão, e procedem no soro quais amebas em liberdade para satisfazer aos próprios impulsos. André Luiz
Dentro do mesmo princípio de submissão das células ao estímulo nervoso, é que a experiência de transplante dos tecidos de embriões entre si, com alguns dias de formação, pode oferecer resultados surpreendentes, de vez que as células orientadas em determinado sentido, quando enxertadas sobre tecidos outros “in vivo”, conseguem gerar órgãos-extras, em regime de monstruosidade, obedecendo a determinações especializadas resultantes das ordens magnéticas de origem que saturavam essas mesmas células. E é ainda aí, pelo mesmo teor de semelhante saturação, que vamos entender as demonstrações do faquirismo e outras realizadas em sessões experimentais do Espiritismo, nas quais a mente superconcentrada pode arremessar fluidos de impulsão sobrevidas inferiores, como seja a das plantas, imprimindo-lhes desenvolvimento anormal, e explicar os fenômenos da materialização mediúnica.
Neste caso, sob condições excepcionais e com
o auxílio de Inteligênciasdesencarnadas,
o organismo do médium
deixa escapar o ectoplasma
ou o plasma exteriorizado, no qual as células, em tonalidade vibratória
diferente, elastecem-se e se renovam, de conformidade com os moldes mentais
que
lhes são apresentados, produzindo os mais significativos fenômenos em obediência
ao comando da Inteligência, por intermédio dos quais a Esfera Espiritual
sugere ao Plano Físico a imortalidade da alma, a caminho da Vida Superior. André Luiz Ver:
Cada proteína funcional em nosso corpo é uma “imagem”
complementar de um sinal do ambiente.Se não houvesse um sinal para complementá-las elas não teriam função. Isso significa que cada proteína em nosso organismo é um complemento físico-eletromagnético de algo no ambiente.
Como somos máquinas de proteína, por definição somos feitos
à imagem do ambiente, seja ele o chamado universo ou, como muitos
preferem chamá-lo, o próprio Deus.
Cada um de nós possui uma identidade biológica.
Mas por quê? Um estudo bem detalhado desses receptores, chamados autoreceptores ou antígenos dos leucócitos humanos (HLA), mostra que eles têm relação com as funções do sistema imunológico. Se fossem removidos de nossas células elas deixariam de refletir nossa identidade.
Ainda seriam células
humanas, mas sem personalidade especifica. Os auto-receptores são necessários
para que haja uma identidade.
Por exemplo: digamos que 100 auto-receptores
diferentes na superfície de cada célula sejam utilizados para que haja
uma identidade e que você precise receber um órgão para sobreviver. A natureza desigual de nossos auto-receptores revela que nossas identidades são muitodiferentes. Essa diferença faria com que os receptores das membranas ativassem seu sistema imunológico e seu corpo tentaria eliminar o conjunto de células transplantadas estranhas a ele. Você teria mais chances de sobreviver encontrando um doador de auto-receptores mais semelhantes aos seus. Nâo existe, porém, compatibilidade de 100 por cento.
Os cientistas não
encontraram, até agora, indivíduos biologicamente iguais.
As células perdem a identidade e não são
rejeitadas pelo novo organismo. Cada célula tem uma série de dispositivos receptores localizados na superfície externa de sua membrana que agem como “ antenas”, captando sinais complementares do ambiente.
Esses receptores “lêem” os sinais do
“ eu”, que nao existe dentro da célula mas sim no ambiente ao seu
redor. |
Páginas relacionadas:
