"Morrer é mudar de corpo como os atores mudam de roupa." Plotino
A morte do corpo denso era sempre o primeiro passo para a colheita da vida [83 - página 58]
Consciência
espírita:
A morte apenas dilata as nossas concepções e nos aclara a introspecção, iluminando-nos o senso moral, sem resolver, de maneira absoluta, os problemas que o Universo nos propõe a cada passo, com os seus espetáculos de grandeza. André Luiz [56 - página 23]
Há
homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que
a hora não lhes chegou.
Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim,
como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem dos Espíritos seus protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a
partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita.
Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter
que cumprir.
Quem teme_a_morte é o homem, não o Espírito. Aquele
que a pressente pensa mais como Espírito do que
como homem.
O
corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte;
a Alma nenhuma parte toma nisso.
Após
a decapitação, por exemplo, o homem, não raro,
conserva durante alguns minutos a consciência de si
mesmo, até que a vida orgânica se tenha extinguido
completamente.
A
morte não extingue a colaboração amiga, o amparo mútuo, a
intercessão confortadora, o serviço evolutivo. EMMANUEL
Se procuras contacto com o plano espiritual, recorda que a morte do corpo não nos santifica. EMMANUEL
Bem-aventurado o homem que segue vida afora em espírito! Para ele, a morte aflitiva não é mais que alvorada de novo dia, sublime transformação e alegre despertar! EMMANUEL
[40 - página 287]
Os
que vivem com mais dedicação às coisas do Espírito, esses encontram maiores
elementos de paz e felicidade no futuro; para eles, que sofreram mais, em razão
do seu afastamento da vida mundana, a morte é um remanso de tranqüilidade e de esperança. EMMANUEL
Para os que permanecem na carne, a morte significa o fim do corpo denso; para os que vivem na esfera espiritual, representa o reinício da experiência EMMANUEL
André_Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior
surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com
própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no
purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar
que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará,
sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o
próprio coração.[32 - página 11]
A morte é simples mudança de veste, somos o que somos. [96 - págna 160]
No plano físico,...
A viagem do sepulcro, no entanto, ensinou-nos uma lição grande e nova - a de que nos achamos indissoluvelmente ligados às nossas próprias obras. Nossos atos tecem asas de libertação ou algemas de cativeiro, para a nossa vitória ou nossa perda. A ninguém devemos o destino senão a nós próprios.
Quanto
mais avança na ascensão evolutiva, mais seguramente percebe o homem a inexistência da morte como cessação da vida.E agora, mais que nunca, reconhece-se na posição de uma consciência retida entre forças e fluidos, provisoriamente aglutinados para fins educativos. Compreende, pouco a pouco, que o túmulo é porta à renovação, como o berço é acesso à experiência, e observa que o seu estágio no Planeta é uma viagem com destino às estações do Progresso Maior. EMMANUEL
Intrigado, ao verificar tanta cautela, perguntei:— Meu caro Assistente, ...
O amigo sorriu com indulgência, na superioridade legitima dos que ensinam sàbiamente, e esclareceu: — Absolutamente. Reencarnações e desencarnações, de modo geral, obedecem simplesmente à lei.
Nos múltiplos círculos evolutivos, há trabalhadores para a generalidade, segundo sábios desígnios do Eterno; entretanto, ...
Sentindo-me a estranheza, Jerônimo prosseguiu: - Não se trata de prerrogativa injustificável, nem de compensações de favor. O fato revela ordenação de serviços e aproveitamento de valores. Se determinado colaborador demonstra qualidades valiosas no curso da obra, merecerá, sem dúvida, a consideração daqueles que a superintendem, examinando-se a extensão do trabalho futuro. No plano espiritual, portanto, muito grande é o carinho que se ministra ao servidor fiel, de modo a preservar-lhe o devotado Espírito da ação maléfica dos elementos destruidores, com o desânimo e a carência de recursos estimulantes, permitindo-se, simultâneamente, que ele possa ir analisando a magnitude de nosso ministério na verdade e no bem, em face do Universo Infinito. [40 - páginas 172/3] (Ver: Escolhidos)
EVANGELHO SEGUNDO TOMÉ O DÍDIMO O Evangelho do Apóstolo Tomé (Apostolo Dídimo Judas Tomé) Texto Gnóstico encontrado em Nag Hammad, 1945 Estas são as palavras secretas que Jesus o Vivo proferiu e que Dídimo Judas Tomé escreve:
Lembra-te Deles Lembra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis, não se fizeram ausentes...Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor. Eles avançam para a vanguarda... Muitas vezes, quando menos felizes, esmolam-te o reconforto de uma oração e, vezes outras, mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto, sequiosos de paz e libertação... Outros muitos, porém, quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade, buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu, envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar... Lembra-te deles e guarda-lhes a lição. Ontem, apertavam-te nos braços, partilhando-te a experiência. Hoje, transferidos de plano, colhem os frutos das espécies que semearam. Aguça a audição mental e ouvirás o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te esperança e coragem, alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti, desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria, porque, amanhã, estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime, sem lágrimas e sem morte. Scheilla Médium: Francisco Cândido Xavier
O homem moderno, pesquisador da estratosfera e do subsolo, esbarra, ante
os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos
e dos romanos de épocas recuadas.
Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos, não transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura.
Milenário ponto de interrogação, a morte continua ferindo
sentimentos e torturando inteligências.
Para
Isso, criou regiões definidas, tentando padronizar as determinações de Deus pelos decretos dos reis medievais, lavrados à base de audaciosa
ingenuidade.
no entanto, o serviço teológico, nesse sentido, não obstante respeitável, atento ao dogmatismo tradicional e aos Interesses do sacerdócio, estabelece o "non_plus ultra", que não atende às exigências do cérebro, nem aos anseios do coração.
(Ver: Fé raciocinada)
São interrogações oportunas para os teólogos sinceros da atualidade. Não, contudo, para os que tentam conjugar esforços na solução do grande e indevassado problema da Humanidade. O Espiritismo começou o inapreciável trabalho de positivar a continuação da vida além da_morte, fenômeno natural do caminho de ascensão. Esferas múltiplas de atividade espiritual interpenetrem-se nos diversos setores da existência. A morte não extingue ... Este é o conteúdo da tag Layout HGroup
As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos são os mundos que povoam a Imensidade. Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os, vitoriosa e bela, à União Suprema com a Divindade... ... Naturalmente, a estranheza visitará os companheiros menos avisados e o sorriso irônico surgirá, sem dúvida, na boca, quase sempre brilhante, dos impenitentes incorrigíveis. Não importa, porém. Jesus, que é o Cristo de Deus, recebeu manifestações de sarcasmo da ignorância e da leviandade... Por que motivo, nós outros, simples cooperadores de "outro mundo", teríamos de ser intangíveis? Prossigamos, pois, no serviço da verdade e do bem, cheios de otimismo e bom ânimo, a caminho de Jesus, com Jesus.
[40 - página 7]
Em nossa cultura, temos a tendência de ignorar o fato de nossa mortalidade, e é somente quando um amigo próximo ou parente está morrendo que nós, sem perceber, reconhecemos nosso próprio e inevitável progresso em direção à morte.Há milhares de anos, esse assunto tem sido uma questão central para o debate filosófico mais do que para a exploração científica e objetiva, mas, recentemente, a ciência começou a ampliar nossa compreensão sobre o que acontece quando morremos, tanto no aspecto psicológico quanto em termos da mente humana. O trabalho do Dr. Raymond Moody e a publicação de seu livro Life After Life, em 1972, sugeriu haver um conjunto de fenômenos, que ele chamou de “experiência de quase-morte", que pode fornecer algumas pistas do que experimentamos no fim da vida. [100_-_página _7] |
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