O sistema nervoso, que se liga à câmara encefálica através de processos indescritíveis na técnica da ciência humana, mais não é do que a representação de importante setor do organismo perispirítico. [25 - página 174]
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Sistema nervoso central (SNC):
Sistema nervoso periférico (SNP):
O Sistema Nervoso Autônomo(SNA) é composto por duas porções
distintas: Simpático e Parassimpático, cujas ações são antagônicas.
Estas duas vertentes atuam normalmente em simultâneo sendo do equilíbrio entre a força de ação de cada uma delas (tônus) que nasce a extrema capacidade regulatória do SNA, essas ações estendem-se a diversos domínios biofisiológicos do nosso organismo, incluindo o débito sanguíneo pelos tecidos. O sistema nervoso autônomo divide-se em:
Um corrige os excessos do outro. Por exemplo, se o sistema simpático acelera demasiadamente as batidas do coração, o sistema parassimpático entra em ação, diminuindo o ritmo cardíaco. Se o sistema simpático acelera o trabalho do estômago e dos intestinos, o parassimpático entra em ação para diminuir as contrações desses órgãos.
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Sistema nervoso do grande simpático, nervo grande simpático, grande
simpático ou simplesmente simpático, um dos dois sistemas nervosos regulares
da vida vegetativa dos órgãos (o outro é o parassimpático).
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No canal espinhal, axônios sensoriais aferentes e motores eferentes se separam
Os sistemas envolvidos na coordenação e na regulação das funções do corpo humano são os sistemas nervoso e sistema endócrino. O sistemas nervoso humano é o mais complexo entre os animais. Sua função básica é de receber informações sobre as variações externas e internas e produzir respostas a essas variações através dos músculos e glândulas. Desta forma ele contribui, juntamente com o sistema endócrino, para a homeostase do organismo. Além do mais, o sistemas nervoso humano possui as chamadas funções superiores que inclui:
Os neurônios contam com duas propriedades fundamentais para as funções que exercem:
Estes são substâncias que se distribuem pelo sangue e modificam o funcionamento de outros órgãos, denominados órgãos-alvo. A atuação do sistema endócrino é mais lenta, pois há latência entre a recepção do estímulo, a liberação do hormônio, sua chegada ao órgão-alvo e a execução da resposta que ele provoca. Entretanto, esse sistema tem uma vantagem em relação ao nervoso: seu consumo de energia é muito menor. Pequena quantidade de um hormônio pode desencadear uma ação intensa e duradoura sobre as células de um órgão ou mesmo do corpo todo. O sistemas nervoso pode tanto desencadear como interromper uma ação; já o sistema endócrino só pode iniciar uma ação. Depois que um hormônio é liberado na corrente sangüínea, não há como apressar sua remoção; ele continua agindo enquanto estiver circulando.
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Origem do sistema nervoso O sistema nervoso origina-se da ectoderme embrionária e se localiza na região dorsal. Durante o desenvolvimento embrionário, a ectoderme sofre uma invaginação, dando origem à goteira neural, que se fecha, formando o tubo neural. Este possui uma cavidade interna cheia de líquido, o canal neural. Em sua região anterior, o tubo neural sofre dilatação, dando origem ao encéfalo primitivo. Em sua região posterior, o tubo neural dá origem à medula espinhal. O canal neural persiste nos adultos, correspondendo aos ventrículos cerebrais, no interior do encéfalo, e ao canal do epêndimo, no interior da medula. Durante o desenvolvimento embrionário, verifica-se que a partir da vesícula única que constitui o encéfalo primitivo, são formadas três outras vesículas:
O mesencéfalo não se divide. Desse modo, o encéfalo do embrião é constituído por cinco vesículas em linha reta. O prosencéfalo divide-se em telencéfalo (hemisférios cerebrais) e diencéfalo (tálamo e hipotálamo); o mesencéfalo não sofre divisão e o rombencéfalo divide-se em metencéfalo (ponte e cerebelo) e mielencéfalo (bulbo). As divisões do S.N.C se definem já na sexta semana de vida fetal. Principais etapas da Morfogênese
1-
Prosencéfalo http://www.afh.bio.br/basicos/Nervoso2.htm#origem (Link desativado)
Do mesmo modo que a pêndula de um cronômetro, com as suas oscilações para a direita e para a esquerda da vertical, deixa continuamente o ponto de equilíbrio e volta sempre para ele, formando um equilíbrio instável em cada pancada obtida e em cada pancada destruída, assim também se nos apresenta a vida como a imagem de um equilíbrio oscilatório produzido por um trabalho incessante de desassimilação e assimilação.A saúde, isto é, a integridade de toda vida, prende-se à regularidade absoluta deste duplo movimento, do mesmo modo que a correção do tic-tac de um cronômetro é o indício certo da perfeição de seu regulador. De que modo, pois, se firma o equilíbrio entre a eliminação e a reabsorção, entre estas duas ordens de fatos inversos tão indispensáveis à expressão do fenômeno vital? Qual é, em última análise, o regulador da vida? Intervém aqui o terceiro fator, completando a admirável triplicidade que constitui a unidade sintética do organismo humano. Este terceiro fator é o sistema nervoso. A exemplo da grande corda do cronômetro de que falamos há pouco, ele forma a peça de compensação entre as aquisições e as perdas da economia. É ele que, nas profundezas silenciosas da vida vegetativa que se furta aos nossos olhares, tem a missão de equilibrar o movimento de reconstituição orgânica com as ruidosas manifestações dessas combustões funcionais que são a expressão exterior da vida! Poderoso agente térmico, é ele que mantém o calor animal em seu grau normal,[3] e que, pelas relações anatômicas existentes entre os dois grandes aparelhos vitais, o sistema nervoso cérebro-espinhal e o sistema nervoso grande simpático, estabelece essa troca constante de ações e reações entre a vida animal e a vida vegetativa, por interposição de uma série de pares nervosos que unem as faculdades da alma às faculdades vegetativas, assim como os dois pólos de um ímã estão unidos entre si por um eixo.[4] É ele que nos une a Força à Matéria por um princípio de subserviência recíproca,graduada, tonalizada. É, finalmente, ele que regulariza de maneira absoluta, por seu estado de tensão, o diapasão da tonalidade viva. Quando esta subserviência recíproca e devidamente tonalizada da Força e da Matéria acontece romper-se, por haver predominância de um dos antagonismos; e quando o sistema nervoso não mais impõe sua ação moderadora, instantaneamente o equilíbrio tonal se quebra, as funções de eliminação se travam, as metamorfoses nutritivas se suspendem ou se perturbam, e o ato patológico denuncia-se: eis a Moléstia !... Apresentando o sistema nervoso como o grande regulador fisiológico dos organismos (assim como lhe chama o próprio Claude Bernard), encontramos o verdadeiro veículo do duplo movimento centrípeto e centrífugo da vida, e por conseguinte podemos explicar as íntimas relações existentes no homem entre o seu físico e o seu moral. Estamos constantemente sob a influência das excitações partidas dos centros e das impressões vindas do exterior, e podemos, de alguma maneira, classificar as nossas paixões e as nossas moléstias centrífugas e centrípetas... A integridade de nosso equilíbrio tonal pode, portanto, ser atacada e perturbada de duas maneiras: quer pela reação do físico sobre o moral, quer pela reação do moral sobre o físico; e a impressão mental, por mais inapreciável que seja, é muitas vezes o agente morbífero mais rápido, mais irresistível e mais fatal. O medo, a cólera, a indignação, o desgosto, podem perturbar o equilíbrio de nossa tonalidade indefinidamente, e o choque de um pensamento violento pode também romper instantaneamente os laços da vida, do mesmo modo que uma simples, perturbação material de nossos órgãos digestivos pode nulificar os sentimentos de nossa alma e cercear o nosso livre arbítrio. De qualquer lado que parta o obstáculo, desde que a relação íntima que deve existir entre a Força livre e a Matéria especificada está perturbada, desde que não há mais igualdade perfeita entre a ação centrífuga e a ação centrípeta, dá-se a destruição do equilíbrio, e por conseguinte uma tendência iminente à suspensão e à cessação do fenômeno vital. Para que as pancadas do pêndulo do cronômetro se conservem regulares, para que o mecanismo do aparelho funcione sem interrupção, é preciso que haja uma perfeita proporção no antagonismo das duas forças que o acionam, porque a lei fundamental do encontro das forças em a natureza é a Limitação. Todo o segredo dos organismos vivos está, portanto, na justa Limitação da Força Inicial do Ser pelas Forças Exteriores, e a realização correta do fenômeno vital reside na justa Limitação da Força vital pelas forças Físico-Químicas, debaixo da influência reguladora e preponderante do sistema nervoso, mantido cuidadosamente em sua tensão normal... ... Em uma palavra, a vida é a conseqüência do antagonismo destas duas potências, antagonismo que, entretendo o duplo movimento de expansão e de retração, de dispersão centrífuga, e de condensação centrípeta, destrói incessantemente um equilíbrio continuamente renovado, e mantém assim o estado constante da tonalização, que é a forma estabelecida pela natureza para manietar o antagonismo da Força e da Matéria em um intuito sintético. [5] Se é, portanto, na rede nervosa que se opera o encontro das duas forças antagônicas, as quais, por seu movimento centrífugo e centrípeto, formam a dupla pulsação da vida; se é nele e por ele que se efetua a justa limitação da força inicial do ser pelas forças externas; se é por intermédio do sistema nervoso que percebemos as excitações partidas dos centros vitais e as impressões vindas do exterior; se, em uma palavra (com a própria confissão dos nossos mais eminentes fisiologistas modernos), o sistema nervoso é o grande regulador fisiológico dos organismos vivos, - não há dúvida que, se se consegue encontrar o meio de acionar diretamente o sistema nervoso de maneira a reconduzi-lo à sua tensão normal quando dela se afaste, também não há dúvida de que nos apossaremos incontestavelmente do mais seguro, mais poderoso e mais eficaz dos agentes terapêuticos (O magnetismo curador). ________________________ |
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