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Grupo de Estudo e Trabalho João Batista
.... A ciência humana, porém, caminha na direção do porvir. (Ver: Ciência do porvir)
[29 - página 126]
O ectoplasma - esta força nervosa - não é apenas propriedade de alguns privilegiados
na Terra.
Todos os homens a possuem com maior ou menor intensidade; entretanto, é preciso compreender que não nos encontramos, ainda, no tempo de generalizar as realizações. Este domínio exige santificação. (Ver: Psicoscopia ) Neste campo de realizações sublimes, a que nos sentimos ligados, a ignorância, a vaidade e a má-fé permanecem incapacitadas por si próprias, traçando fronteiras de limitação para si mesmas.
Ver: Ciência e Espírito
Esclarecidas entidades espirituais, que preparam o
ambiente, levando a efeito a ionização da atmosfera, combinando recursos para efeitos elétricos e magnéticos.
Nos trabalhos deste teor reclamam-se processos acelerados de materialização e desmaterialização da energia. (Ver: Matéria) Estes amigos estão encarregados de operar a condensação do oxigênio. O ambiente para a materialização de entidade do plano invisível aos olhos dos homens requer elevado teor de ozônio e, além disso, é indispensável semelhante operação, a fim de que todas as larvas e expressões microscópicas de atividade inferior sejam exterminadas.
A relativa ozonização da paisagem interior é necessária como trabalho bactericida. [16a - página 102]
Encarnados, de almas regularmente evoluídas, em apreciáveis condições vibratórias pela sincera devoção ao bem, com esquecimento
dos seus próprios desejos, podem projetar raios mentais, em vias de sublimação, assimilando correntes superiores e enriquecendo os raios vitais de que são dínamos
comuns. Chamemos-lhes raios ectoplásmicos, unindo apontamentos à nomenclatura dos espiritistas modernos. Esses raios são peculiares a todos os seres vivos.
É com eles que a lagarta realiza suas complicadas demonstrações
de metamorfose e é ainda na base deles que se efetuam todos os processos
de materialização mediúnica, porquanto os sensitivos encarnados que os favorecem libertam essas energias com mais
facilidade.
A ciência dos raios
imprimirá, em breve, grande renovação aos setores culturais do mundo.
[28a - página 21]
O professor Tinôco informa na página 62 de seu livro:
... Há outro fenômeno paranormal conhecido pôr Materialização. Neste caso, os chamados médiuns de efeitos físicos liberam uma substância chamada pôr Charles Richet de ectoplasma. Em meio a essa substância, que é uma massa de cor clara retirada do corpo do médium,...
Essas formas têm vida autônoma, funções vitais próprias e independência em relação ao médium e aos circunstantes.
Algumas vezes, essas formas humanas, surgidas em meio à massa de ectoplasma liberado pelo médium, conversam, dizendo-se espíritos de pessoas mortas, transmitem informações, sentem emoções, etc.
Nestes fenômenos não ocorre propriamente uma materialização na acepção pura do termo. O que ocorre, de fato, é uma moldagem do ectoplasma.
E tanto é assim que o peso da forma ectoplasmada, somado ao peso do médium doador do ectoplasma, é aproximadamente igual ao peso do médium fora do transe.
Quanto menos densos os elos de ligação entre os implementos físicos e espirituais, nos órgãos da visão...
O citoplasma, que é, no fundo, o elemento intersticial de vinculação das forças fisiopsicossomáticas, obriga as células ao
trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de
repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as
unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das
tarefas que a vida lhes assinala.
André Luiz Ver
em:
Num processo de desdobramento,
com o auxílio do supervisor espiritual, o médium foi convenientemente exteriorizado.
A princípio, seu perispírito ou «corpo astral» estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o «duplo etérico», formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora.
Ver
em:
No processo de materialização,
o veículo físico, prostrado, sob o domínio dos técnicos do plano espiritual,
expelia o ectoplasma, qual pasta flexível,
à maneira de uma geléia viscosa e semiliquida, através de todos os
poros e, com mais abundância, pelos orifícios naturais, particularmente
da boca, das narinas e dos ouvidos, com elevada percentagem a
exteriorizar-se igualmente do tórax e das extremidades dos dedos.
Substância, caracterizada por um cheiro especialíssimo, que não conseguimos descrever, escorrendo em movimentos reptilianos, acumulando-se na parte inferior do organismo medianímico, apresentando o aspecto de grande massa protoplásmica, viva e tremulante.
O ectoplasma está em si tão
associado ao pensamento do médium, quanto as forças do filho em
formação se encontram ligadas à mente maternal.
Essa força
materializante é como as outras manipuladas nas tarefas de intercâmbio
dos espíritos.
Ver
em:
Substância leitosa-prateada, da qual se destacam alguns fios
escuros e cinzentos, provenientes da baixa vibração mental de alguna
participantes da reunião mediúnica.
Material leve e plástico de que as entidades espirituais necessitam para a materialização. Podemos dividi-lo em três elementos essenciais, em nossas rápidas noções de serviço, a saber:
Ver
em:
Na materialização mediúnica, sob condições excepcionais e com
o auxílio de Inteligências desencarnadas,
o organismo do médium deixa escapar o ectoplasma ou o plasma exteriorizado, no qual as células, em tonalidade vibratória
diferente, elastecem-se e se renovam, de conformidade com os moldes mentais que lhes são apresentados, produzindo os mais significativos fenômenos em
obediência ao comando da Inteligência, por intermédio dos quais a Esfera
Espiritual sugere ao Plano Físico a imortalidade
da alma, a caminho da Vida Superior.
André Luiz
Ver
em:
Esse material, representa vigorosos recursos plásticos para que os
benfeitores de nossa esfera se façam visíveis aos irmãos perturbados e
aflitos ou para que materializem provisoriamente certas imagens ou quadros,
indispensáveis ao reavivamento da emotividade e da confiança nas almas
infelizes.
Com os raios e energias, de variada expressão, emitidos pelo homem encarnado, podemos formar certos serviços de importância para todos aqueles que se encontrem presos ao padrão vibratório do homem comum, não obstante permanecerem distantes do corpo físico .
O condensador ectoplásmico,
utilizado pelas entidades espirituais, tem a
propriedade de concentrar em si os raios de força projetados pelos componentes
da reunião, reproduzindo as imagens que fluem do pensamento da entidade
comunicante (espírito), não só para a observação das entidades do
plano espiritual, mas também
para a análise do doutrinador encarnado, que as
recebe em seu campo intuitivo,
auxiliado pelas energias magnéticas do plano
espiritual.
Ver
em:
O fluido vital, indispensável
à produção de todos os fenômenos mediúnicos, é apanágio exclusivo do encarnado e que, por conseguinte, o Espírito operador fica
obrigado a se impregnar dele.
Só então pode, mediante certas propriedades, que
desconheceis, do vosso meio ambiente, isolar, tornar invisíveis e fazer
que se movam alguns objetos materiais e mesmo os encarnados. ERASTO [17b - página 120 item 98]
Ver
em:
“Fluido ódico” de Reichembach, fluido vitalizador do sistema nervoso e
As experiências parecem indicar que as propriedades dessa “substância” são as seguintes:
As seguintes observações são unicamente indicativas e podem ser úteis a outros pesquisadores. Essa coisa misteriosa que parece estar sobre ou dentro da mesa, certamente não é eletricidade. Em primeiro lugar porque sua velocidade de descarga é muito pequena, e depois porque nunca se produziu coisa alguma durante as sessões que lembrasse os efeitos da eletricidade.
Deve ser uma forma de energia ligada a pequenas partículas de matéria.
Devem ter também alguma relação com o sistema nervoso do médium. Talvez exista uma espécie de pressão psíquica positiva em suas pernas e pés e uma espécie de pressão psíquica negativa em seus braços e mãos, de maneira que as partículas tendam a voltar para o seu corpo. Para me servir de uma analogia com a eletricidade, o potencial psíquico é mais elevado nas proximidades de seus tornozelos que de suas mãos.
Todos os povos primitivos de grande espiritualidade e superstição possuíam a
noção de uma força fluída invisível que preenche a natureza e anima os
seres vivos, estando ligada diretamente à qualidade da saúde e entrando no
corpo pela respiração.
Em resumo, atribuíam ao ar a fonte da vida e da saúde. Cada cultura deu-lhe um nome:
Com o passar do tempo foram criados mais nomes:
Praticamente todas as doutrinas de artes marciais, de esoterismo e de filosofia e metafísica baseadas no Taoismo apresentam esse conceito de energia espiritual, ou Ki.
Em pesquisas da constituição do ectoplasma, por meio de análises químicas e histológicas, foi detectado: cloreto de sódio, fosfato de cálcio, células epiteliais e leucócitos, além de matéria gordurosa.
Outros pesquisadores dizem que o ectoplasma seria substância originária do protoplasma, das usinas celulares, onde o ATP (trifosfato de adenosina) teria expressiva participação, ao lado de outros elementos, não podendo deixar de considerar a importância do fósforo nas atividades bioquímicas orgânicas.
(do grego ektós, fora, exterior, + Plasma ), termo divulgado por Charles Richet (1850-1935).
Biólogos ao descobrirem na célula viva, uma formação em torno do protoplasma, que denominaram ectoplasma, verificaram “que não tinha a consistência material”, nele encontraram oxigênio, nitrogênio, carbono, potássio, além de vestígio de cloro e sódio, mostrava “característica estranha e desconhecida”. (Ver: Células e Perispírito)
A substância foi chamada, também, ideoplasma, porque instantâneamente toma a forma que lhe dá o Espírito. [95 - Capítulo: A História de Swedenborg]
Bioenergias, ectoplasma e fenômenos parapsíquicos (parte II) Energia.
A energia da consciência, quando condensada, manifesta-se na
condição de ectoplasma, parecendo
agregar componentes orgânicos do corpo biológico do sensitivo ectoplasta.
Características: o ectoplasma apresenta formas instáveis, ora como tênues vapores, bastões, espirais, fios, cordas, teias, raios rígidos ou semi-rígidos, movendo-se sinuosamente como répteis, ora como se fosse um ser vivo, inteligente, vibrando, espichando ou encolhendo. Demonstra ainda tendência a ser absorvido abruptamente pelo corpo do médium. http://www.iipc.org.br/revista/index.php?ed=7&publ=57
O ectoplasma é a mais protéica das substâncias e pode manifestar-se de muitas maneiras e com propriedades variadas.
Isso foi demonstrado pelo Doutor W. J. Crawford, Professor de Engenharia Mecânica na Queen’s University, de Belfast. Fêz o seu relato em três livros, que são:
Do livro "HISTÓRIA DO ESPIRITISMO"
BIOLOGIA
http://www.coladaweb.com/ biologia/celula2.htm Link desativado
O ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispirítica, assim como um produto de emanações
da alma pelo filtro do corpo, e é recurso peculiar não somente ao homem, mas a
todas as formas da Natureza.
Em certas organizações fisiológicas especiais da raça humana, comparece em maiores proporções e em relativa madureza para a manifestação necessária aos efeitos físicos que analisamos.
Exigenos, pois, muito cuidado para não sofrer o domínio de inteligências sombrias, de vez que ma nejado por entidades ainda cativas de paixões deprimentes poderia gerar clamorosas perturbações. [28a - página 271 ]
O ectoplasma é substância amorfa, vaporosa, com tendência a solidificação pela evolução do fenômeno, tomando forma por influencia de um campo-organizador especifico.
Facilmente fotografado; de cor branco acinzentado; vai desde a névoa transparente à forma tangível; de aspecto semelhante aos tecidos vivos oferecendo sensação de viscosidade e frieza.
Muitos autores que analisaram a substância encontram células anucleadas em sua constituição.
O ectoplasma seria substância originária no protoplasma das usinas celulares, onde o ATP (trifosfato de adenosina) teria expressiva participação, ao lado de outros elementos. No dizer do professor Aldemar Brasil: "Em síntese, o ATP, que equivale por cada ligação piro-fosfática desgarrada de sua molécula, a mais ou menos 7.500 kcal, é a unidade usada em biologia para expressar a transferência de energia oriunda do ciclo de Krebs, e de outras fontes. No ciclo de Krebs, também denominado de ciclo dos ácidos tri-carboxílicos, a energia é libertada pela transferência de elétrons para a cadeia respiratória, provindos de substratos em que o hidrogênio é ativado, desgarrado e transportado com seu elétron até o oxigênio, também ativado ao receber esses elétrons, formando-se, então, a água. Para tanto, no ciclo de Krebs há processos de descarbolização, desidrogenação, etc., operados por enzimas especificas ativadas por coenzimas determinadas".
Ectoplasma (do grego ektos, exterior, e plasma, molde; isto é, "modelado fora do corpo") é o
nome dado à matéria quase toda etérica, senão inteiramente, que se desprende ou exsuda do médium e se emprega na manifestação de fenômenos espiritistas.
O falecido doutor em Ciências naturais, W. J. Crawford, descreve em seus livros — The Reality of Psychic Prenomena (1916), Experiments in Psychical Science (1918), e Psychic Structures (1921) — as minuciosas e magistrais pesquisas por ele empreendidas sobre fenômenos de levitação e pancadas de mesa.
Os desejosos de maiores detalhes poderão encontrá-los nesses
livros; aqui podemos dar apenas um breve resumo de tais estudos, no que se relacionam com o
nosso tema.
Numa etapa bem posterior, ele pôde comprovar suas
deduções por visão direta e fotografias, como se exporá a seu devido tempo.
Estas hastes ou barras ficam ligadas numa extremidade à médium, e na outra, por sucção, às
pernas da mesa ou a outros objetos. Parece haver razão para crer que, em alguns casos, embora não em levitações, há uma completa circulação de matéria etérica saindo da médium e retornando a ela por outra parte do seu corpo.
A pedido, pode-se variar a condição da extremidade da haste
quanto ao seu tamanho e rijeza.
A elasticidade desta película é limitada; submetida a um esforço excessivo, ela pode romper-se;
a moldura denteada fica então exposta.
A luz vermelha, no
entanto, se não for demasiado forte, parece não prejudicar a estrutura psíquica; nem tampouco a
danifica a luz emanada de pintura luminosa que se haja exposto ao sol durante algumas horas.
A luz de magnésio, ao atingir o ectoplasma, provoca na médium um
choque muito mais violento quando a estrutura está em ação, do que no caso oposto.
As hastes podem ser retas ou curvas; podem ainda ficar suspensas no ar, rígidas, mostrando
assim que para conservar a rigidez elas não têm necessidade de se apoiar sobre corpos
materiais.
No caso em que é posto em ação o método do modilhão (1.° método), todo esforço mecânico é transferido ao médium, ou mais exatamente, a maior parte deste esforço; parte bem menor cabe aos assistentes. É possível verificar-se isto por aparelhos mecânicos ordinários, tais como as balanças de molas e outras. Se u'a mesa, por exemplo, for levantada inteiramente por meio do modilhão, produzirá aumento do peso do médium de cerca de 95 por cento do peso da mesma e o dos assistentes aumentará proporcionalmente. Se, por outro lado, as hastes são aderidas ao solo, o peso da mesa levantada se transmite diretamente ao solo, e o peso do médium, em lugar de aumentar, diminui.
Esta diminuição é
devida ao peso do ectoplasma formador da haste, uma de cujas extremidades se apóia no solo.
Entretanto, um objeto delgado como um lápis pode passar impunemente através da parte vertical
da haste, porém não através da parte que se encontra entre o médium e a mesa.
Para que uma haste possa tocar ou aderir ao solo ou a uma mesa, sua extremidade deve ser
preparada de modo particular para que fique mais densa do que o resto da haste.
Isto parece difícil, ou pelo menos exige tempo e força; por conseguinte, os pontos a agarrar devem ser sempre reduzidos ao mínimo. O sistema de agarrar é por sucção, como se pode facilmente demonstrar pela argila mole, de que falaremos adiante. As vezes, escutam-se "aspiradores" escorregando pela superfície da madeira ou agarrando novos pontos. Crawford apresenta numerosos exemplos (e também fotografias) de impressões produzidas pelo contato das hastes sobre massa e argila mole. Estas impressões, muitas vezes, assinalam marcas parecidas com o tecido das meias do médium. No entanto, a semelhança é superficial, pois não se pode produzir tais impressões apoiando sobre a argila um pé revestido de meia. A impressão feita pela haste é muito mais nítida do que a que se poderia conseguir pelos meios ordinários; parece-se com a que se obteria, se uma matéria fina e viscosa, estendida sobre o tecido da meia e depois de seca, tivesse sido em seguida comprimida contra a argila.
Ademais, pode-se modificar muito a marca de fabricação da meia, e o delicado modelo e o
traçado dos fios podem ser deformados, engrossados, parcialmente recobertos ou rompidos,
conquanto permaneçam ainda reconhecíveis como os mesmos da marca do tecido.
Depois se
estira da meia e se envolve na extremidade da haste.
Assim a
impressão original pode ser torcida, deformada ou apagada parcialmente. A razão é evidente; as hastes são formadas da matéria tirada do corpo do médium, o choque desta matéria contra o solo, etc., transfere necessariamente a este, através da haste, uma parte do peso total do médium.
A perda de peso é temporária, mas restabelece-se quando a matéria
das hastes volta ao médium.
W. J. Crawford imaginou e empregou com grande sucesso o "método dos corantes" para traçar os movimentos do ectoplasma. Possuindo este a faculdade de aderir fortemente à uma substância como o carmim pulverizado, põe-se este corante em seu caminho, o que dá em resultado uma pista corada. Descobriu-se, assim, que o ectoplasma saía da parte inferior do tronco do médium e tornava a entrar pela mesma região. Sua consistência era bastante grande, pois tem força para rasgar meias e outras roupas; algumas vezes, ele arranca fios inteiros da meia, de várias polegadas de comprimento (polegada = 25, 30 mm), leva-os e deposita-os num recipiente de argila colocado a certa distância dos pés do médium. O ectoplasma desce ao longo das pernas e penetra nos sapatos; passa entre a meia e a sola, onde houver espaço suficiente. Se, pelo caminho, apoderou-se do pó corado, ele o deposita em todos os pontos em que o pé, a meia e o calçado estão em estreito contato, isto é, onde não encontra lugar para passar.
A solidificação e a desmaterialização da extremidade resistente de uma haste efetuam-se logo
que a haste sai do corpo do médium.
É este o motivo por que a extremidade livre da haste, a não
ser que seja muito fina, não pode atravessar um tecido serrado e até uma grade metálica de
malha de uma polegada, se esta está colocada a mais de uma ou duas polegadas adiante do
médium.
A segunda, pensa Crawford, é muito provavelmente idêntica à substância empregada nos fenômenos de materialização. Numerosos fenômenos de materialização encontram-se descritos com extrema e escrupulosa minúcia, característica das pesquisas germânicas, na importante obra intitulada: fenômenos de Materialização do barão von Schrenck Notzing (1913), e traduzida para o inglês por E. E. Fournier d'Albe D. Sc. (1920). Além das descrições detalhadas de sessões e de numerosos fenômenos, encontram-se aqui cerca de duzentas fotografias de formas materializadas ou de aparições as mais diversas, desde fios ou massas de ectoplasma, até rostos inteiramente formados. Vamos resumir as principais conclusões.
Para facilitar nossa tarefa, tomamos longos trechos de uma conferência sobre a
fisiologia supranormal e os fenômenos ideoplásticos, pelo Dr. Gustavo Geley, psicólogo e
médico francês, reproduzida no fim da obra do barão Notzing.
Apresenta-se
branca, negra, ou cinzenta; às vezes aparecem as três cores juntas: a branca é a talvez mais
freqüente. Pode-se senti-la passar sobre a mão corno uma teia de aranha; os fios são ao mesmo tempo rígidos e elásticos. É móvel, com um movimento rastejante como o de réptil, embora se mova às vezes brusca e rapidamente.
Uma corrente de ar pode pô-la em movimento.
É de sensibilidade extrema; aparece e desaparece com a
rapidez do relâmpago. Assume numerosas formas, às vezes mal definidas e não organizadas, porém o mais das vezes organizadas, formando dedos, inclusive as unhas, perfeitamente modelados; mãos, rostos e outras formas, todas completas.
A substância emana de todo o corpo do médium, mas especialmente dos orifícios naturais e das
extremidades, do alto da cabeça, dos seios, da ponta dos dedos.
Às estruturas são, às vezes, menores do que as naturais, isto é, verdadeiras
miniaturas.
A análise revelou um líquido incolor, ligeiramente turvo, não
viscoso, inodoro, levemente alcalino, deixando um precipitado brancacento. O microscópio
demonstrou a existência de detritos celulares e saliva; a substância provinha evidentemente da
boca. Do livro "O Duplo Etérico ", do
Major Arthur E. Powell
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