Magnetismo Animal (também chamado de Mesmerismo) é a ação recíproca de dois seres vivos por intermédio de um agente especial chamado fluido magnético. Ciência conhecida desde a antiguidade, especialmente no Egito, onde era praticada nos mistérios.
O comportamento de atração e repulsão dos corpos imantados inspirou pesquisadores, principalmente Paracelsus (1493-1541), a utilizarem essa analogia para fenômenos humanos (simpatias e antipatias, indução psíquica, cura pela imposição das mãos), dando o nome "magnetismo animal".
Franz Anton Mesmer (1734-1815)
Mesmer, médico austríaco, foi o fundador da doutrina que levou seu nome.
Baseando-se nas ideias de Descartes e Newton:
Admitia como princípio uma corrente universal que tudo penetra e abraça num movimento alternativo e perpétuo
Semelhante ao fluxo e refluxo do mar
Atribuía a esse movimento a formação dos corpos, influências astrais e influência mútua entre todos os corpos da natureza
Criou a tese de doutorado "De Planetarium Inflexu" (1766), cujos princípios jamais abandonou
Contribuições de Mesmer
Consolidou a ideia de existir um fluído magnético humano (fluído vital)
Esse fluído podia ser cedido, doado, passado de um ser humano a outro numa operação chamada "passe"
Construiu uma máquina chamada "Celha" (uma cuba), como acumulador de fluído magnético, imitando as pilhas elétricas de Volta e Galvani
Estudou a cura mineral magnética do astrônomo jesuíta Maximiliano Hell e os trabalhos de J.J. Gassner
Duplo Significado de Magnetismo
O termo magnetismo possui dois significados distintos:
Significado físico (mais antigo): estudo dos ímãs, efeitos das correntes elétricas, eletroímãs etc.
Significado humano: conjunto de fenômenos caracterizados por uma influência de um indivíduo sobre outro(s), que transcende à ação e percepção puramente sensorial
Importante:
Apesar da polissemia, não importa se o magnetismo humano está ou não relacionado com o magnetismo dos ímãs.
Ambos são conceitos diferentes em âmbitos diferentes.
Diferenças Fundamentais
Magnetismo Animal vs. Magnetismo Espiritual
Magnetismo animal: utiliza o fluido pessoal do magnetizador, que pode ser impuro ou insuficiente
Magnetismo espiritual: canaliza fluidos depurados de espíritos superiores, mais potentes e salutares
Magnetizadores e Magnetistas
Na época deAllan Kardec (Rivail), os estudiosos dividiam-se em duas corporações conflitantes:
Magnetizadores: praticantes das técnicas
Magnetistas: teóricos e estudiosos da área
Allan Kardec e o Magnetismo
Quando Rivail (Allan Kardec) contatou os fenômenos das mesas girantes e criou a ciência espírita (1855-1857), ele tinha 49-51 anos e já era estudioso do magnetismo há cerca de 35 anos.
O magnetismo era uma área de estudos respeitável, com muitos sábios dedicados a ela.
Perspectiva Espiritual
Segundo O Livro dos Espíritos
O magnetismo é o piloto da ligação entre seres pensantes
A força magnética reside no homem, mas é aumentada pela ação dos Espíritos que ele chama em auxílio
Mesmo não crendo em Espíritos, todo aquele que nutre desejo do bem os chama inconscientemente
Pelo desejo do mal e más intenções, chama os maus Espíritos
O magnetismo é um fenômeno da vida, por constituir manifestação natural em todos os seres
As exteriorizações magnéticas nas relações entre os dois mundos são sempre mais elevadas e sutis, expressão de vida superior
Relação com o Espiritismo
O Espiritismo e o magnetismo formam praticamente uma única ciência, dando a chave de uma imensidade de fenômenos.
O conhecimento dessas ciências constitui o melhor preservativo contra ideias supersticiosas, revelando o que é possível, o que está nas leis da Natureza e o que não passa de crendice.
Biomagnetismo Moderno
Estudos Atuais
Os estudos modernos de Biomagnetismo consideram que, embora os campos magnéticos do corpo humano sejam da ordem de nanoteslas (10⁹ T), mais de 50 grupos no mundo pesquisam:
Magnetobiologia: possíveis efeitos do campo magnético sobre seres vivos
Biomagnetismo: medidas diretas de campos magnéticos gerados pelos seres vivos
Nomenclaturas Científicas
Carlos Imbassahy (1997): chamou de Campo Biofísico
Perspectiva espiritual (Espiritismo, fluidos, assistência dos Espíritos)
A natureza da bioenergia sutil humana, embora relacionada a fenômenos magnéticos, transcende o magnetismo físico convencional, dependendo de fatores emocionais, espirituais e morais do emissor.
A água funciona como excelente substância absorvedora e transmissora dessas energias, com aplicações tanto terapêuticas quanto científicas comprovadas.
Resumo elaborado com auxílio de inteligência artificial
(Claude, Anthropic, 2026)
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Conteúdo da página:
(com respectivas fontes)
Diferenças Fundamentais
Magnetismo animal: utiliza o fluido pessoal do magnetizador, que pode ser impuro ou insuficiente
Magnetismo espiritual: canaliza fluidos depurados de espíritos superiores, mais potentes e salutares
Revista Espírita, Janeiro de 1864, título "Médiuns Curadores" -
Allan Kardec
Mesmerismo: Expressão atribuída ao magnetismo animal, estudado por Antoine
Mesmer (1734 – 1815), que pode ser definido como a ação
recíproca de dois seres vivos por intermédio de um agente especial
chamado fluido magnético.
Ciência conhecida em toda a antiguidade, sobretudo
no Egito, onde era prática nos mistérios, assim o provam os documentos
autênticos.
(*) Livro Definições Espíritas,
página 61, 1ª edição
Publicações Lachâtre,
Niterói-RJ, 1996. - L. Palhano Jr
1. Mesmer, fundador da doutrina a que deu o seu nome, apoiando-se nas idéias de Descartes e de Newton, admitia como princípio uma corrente universal que tudo penetra e abraça
num movimento alternativo e perpétuo, assemelhando-se ao fluxo e refluxo do mar.
É a esse movimento alternativo universal que ele atribuía a formação dos corpos, as influências astrais, e a influência mútua que todos os corpos da natureza exercem uns sobre os outros.
Os atuais estudos de Biomagnetismo - o verdadeiro Magnetismo Animal -
consideram que, embora os campos magnéticos produzidos
pelo corpo humano sejam da ordem de nanoteslas (109 T), justificam
as pesquisas em desenvolvimento por mais de 50 grupos no
mundo, os quais vêm obtendo relativo sucesso na magnetobiologia e no biomagnetismo, buscando analisar os campos gerados pelo cérebro,
coração, pulmões, fígados e outros órgãos, visando
diagnósticos não invasivos de doenças e auxilio às cirurgias e tratamentos.
(ARAÚJO et al, 1999).
O físico Carlos Imbassahy (1997) chama-o de Campo Biofísico,
enquanto o geofísico e cientista francês Yves Rocard
(1989) denomina-o Ferromagnetismo Orgânico.
(Ver:Ferromagnetismo
e Mediunidade)
Formas
de Bioenergia: Segundo o médico Dr. Richard Gerber,
pode-se estudar as diversas emissões bioenergéticas
considerando-se não só aquelas catalogadas e previstas pelas ciências
biomédicas tradicionais...
mas
também aquelas já identificadas em várias pesquisas como coexistentes nos
organismos, e por ele denominadas de Bioenergias
Sutis.
Inclui-se aí a variedade de energias vitais:
Ch'i
(chineses adotam 4 subdivisões) e Prana dos
Hindus,
as
energias etéricas,
astrais,
mentais
e espirituais,
bem
como as magnéticas sutis emitidas pelas mãos e largamente praticadas
por Mesmer, Hell, Du Potet, Lancelin, Reichenbach,
Reich, etc., tendo sido os seus efeitos recentemente observados
sob controle laboratorial por Zimmerman
(campos magnéticos fracos), Justa Smith (atividade de enzimas),
Dolores Krieger (aumento de hemoglobina),
doadores de Johrei (temperatura, circulação sanguínea),
Korotkov (alterações no sangue água,
bile, etc., pela técnica GDV - Visualização por Descarga de
Gás), Grad (Tensão Superficial da água) e outros (GERBER, 2000).
Rivail (Allan Kardec)
ao contatar os fenômenos das mesas girantes e criar a ciência espírita, tinha já 49 a 51 anos (1804 a 1855 /1857) e havia uns
trinta e cinco anos, já que ele era estudioso do magnetismo,
uma área de estudos, uma área de saber que datava do século dezoito e deitava
raízes em séculos até bem anteriores, quiçá milênios.
Quem fala de magnetismo aí, não está falando propriamente do fenômeno conexo com a eletricidade, que
Maxwell unificou na teoria do eletromagnetismo, não.
É outra coisa: os estudiosos e partidários do magnetismo estudado por Rivail dividiam-se entre magnetizadores e magnetistas, organizavam-se em duas áreas e duas corporações
diferentes, conflitantes entre si.
O magnetismo nasceu da crença muito antiga da influência dos minerais e metais sobre a saúde
humana, primeiro teve a ver com a magia, a alquimia e a astrologia também, como
a própria medicina, física, química e a astronomia, um dia também tiveram.
Mas foi com Mesmer (Francisco Antônio Mesmer), um físico vienense (que é um
nome de médico de antigamente, dizia-se antigamente que era "físico"
o doutor de medicina, sem que fosse de fato um físico, já no entendimento
comum atual) que se consolidou a ideia de existir um fluído magnético
humano, um fluído vital que podia ser cedido, doado, passado por um ser humano a outro,
numa operação chamada de ... "passe".
Mesmer chegou a construir uma máquina,
por ele chamada de "Celha" uma cuba, como uma espécie de acumulador,
imitando os estudos de Volta e Galvani com as pilhas elétricas, em que ele
pensava se acumulasse o fluído_magnético ou fluído mesmérico tal qual hoje lidamos com as baterias de autos. o magnetismo tornou-se um território de crença e opinião místicas, muito mais do que
propriamente um saber científico, mas na época de Rivail ainda era um espaço
de estudos e metodologias acreditado, respeitável, com muitos sábios que se
dedicavam a ele, fossem como magnetizadores ou magnetistas.
"No século XVIII, Mesmer, após estudar a cura mineral magnética do astrônomo jesuíta Maximiliano Hell, professor da Universidade de Viena, bem como os trabalhos de cura magnética de J.J. Gassner, divulgou uma série de técnicas relativas à utilização do magnetismo humano, instrumentalizado pela imposição das mãos.
Tais estudos levaram-no a elaborar a sua tese de doutorado - De Planetarium Inflexu, em 1766 - de cujos princípios jamais se afastou. Mais tarde, assumiram destaque as experiências do Barão de Reichenbach e do Coronel Alberto de Rochas".
BREVE HISTÓRICO SOBRE MAGNETISMO Adilton Pugliese
www.autoresespiritasclassicos.com
(Link desativado)
O magnetismo é um fenômeno da vida, por
constituir manifestação natural em todos os seres.
Se a ciência do mundo já atingiu o campo de equações notáveis nas experiências
relativas ao assunto, provando a generalidade e a delicadeza dos fenômenos
magnéticos, deveis compreender que as exteriorizações dessa natureza, nas
relações entre os dois mundos, são sempre mais elevadas e sutis, em virtude
de serem, ai, uma expressão de vida superior.
Este
termo surge associado à palavra magneto, outro nome dado ao ímã.
O comportamento de atração e repulsão dos corpo imantados, como a bússola,
parece ter inspirado muitos pesquisadores, principalmente o famoso médico e químico
suíço Paracelsus (1493 - 1541), a utilizarem a analogia destes com os fenômenos humanos que eles pesquisavam (simpatias e antipatias, indução psíquica, cura pela imposição das mãos etc.), dando o nome "magnetismo animal".
Este nome ganhou grande notoriedade com o famoso médico austríaco Franz Anton
Mesmer (1775 - 1815). Posteriormente, em 1841, o tema foi rebatizado por hipnotismo,
pelo médico escocês James Braid (1795 - 1860).
O
termo magnetismo seguiu sendo utilizado até
hoje, conforme pode-se constatar inclusive na literatura espírita.
Magnetismo tem então dois significados:
O
primeiro (mais antigo) corresponde ao utilizado em Física: estudo dos ímãs,
efeitos das correntes elétricas, eletroímãs etc.
O
segundo corresponde ao conjunto de fenômenos humanos caracterizados por uma influência de um indivíduo sobre outro(s), que transcende à ação e
percepção puramente sensorial (não sei se esta é um boa definição, porém
creio ser suficiente para os propósitos deste artigo).
Apesar
da polissemia humano e/ou animal está ou não relacionado com o magnetismo dos imãs e correntes elétricas (é até possível que esteja) não importa, o ponto
principal, atualmente, é que ambos são conceitos diferentes e em âmbitos
diferentes.
Os encontros, que costumam dar-se, de algumas pessoas, comumente se
atribuem
ao acaso "Entre os
seres pensantes há ligação que ainda não conheceis. O magnetismo é o piloto
desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor."
A força magnética reside no homem,
mas é aumentada pela ação dos Espíritos que ele chama em seu auxílio.
Mesmo não crendo nos Espíritos, todo aquele que nutre o desejo do bem os chama, sem dar por isso, do mesmo modo que, pelo desejo
do mal e pelas más intenções, chama os maus.
O Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre os quais a ignorância
teceu um sem-número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela
imaginação.
O conhecimento lúcido dessas duas ciências que, a bem dizer,
formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas,
constitui o melhor preservativo contra as ideias supersticiosas, porque revela
o que é possível e o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o
que não passa de ridícula crendice.
Os papiros nos falam das avançadas ciências
das civilizações egípcia, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os
iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas
e das formas.
Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com
relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade.
Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação
dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação
dos outros povos.
Poder
curativo do magnetismo espiritual Revista
Espírita, abril de 1865
http://www.novavoz.org.br/kardec-19.htm
(Link desativado)
Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade
da República (Udelar), de Montevidéu, no Uruguai, conseguiram transformar
um composto puramente orgânico e não-metálico - o carbono grafite - em um imã por meio de
um tratamento químico barato.
O novo material abre caminhos para a fabricação
de dispositivos magnéticos como sensores e detectores usados em áreas que
abrangem da engenharia espacial até a medicina.
Até agora pesquisadores
europeus haviam conseguido tal feito, mas empregando técnicas bem mais caras e
complexas, como é o caso do método desenvolvido por uma equipe de
pesquisadores da Alemanha que recorreu ao bombardeio de um feixe de prótons,
gerado por um reator nuclear, para produzir o magnetismo na grafite.
http://tc.ciadocha.com/noticia_detalhe.asp?cod=99
(Link desativado)
O estudo das relações entre o campo magnético e os seres vivos é dividido,
metodologicamente, em duas áreas:
a magnetobiologia - Trata dos possíveis efeitos produzidos por esse
campo sobre os seres vivos.
e
o biomagnetismo - Ocupa-se das medidas diretas de campos magnéticos
gerados pelos próprios seres vivos para, então, encontrar novas informações
que possam ser úteis ao entendimento de sistemas biofísicos, desde diagnósticos
clínicos até a terapia. Por necessitar de instrumental altamente sensível,
desenvolvido somente na década de 1970, o biomagnetismo é
relativamente novo quando comparado a outras áreas interdisciplinares que
envolvem a física.
Dentre os principais campos de pesquisa, podemos destacar:
O
neuromagnetismo,
O
cardiomagnetismo,
O
gastromagnetismo,
a
biosusceptibilidade magnética
e
o pneumomagnetismo.
Magnetoencefalografia (MEG) que, conforme o próprio nome indica, refere-se ao
estudo dos campos magnéticos produzidos pelo cérebro.
Dráulio Barros de Araújo é físico,
professor-doutor do Departamento de Física e Matemática da FFCLRP -
USP - campus de Ribeirão Preto.
Antônio Adilton O. Carneiro é físico, pesquisador, pós-doutorando
no Departamento de Física e Matemática da FFCLRP - USP - campus de
Ribeirão Preto.
Oswaldo Baffa é físico, professor-titular do Departamento de Física
e Matemática da FFCLRP - USP - campus de Ribeirão Preto.
Pesquisa do GEPEB - Grupo de Estudos e Pesquisas Espíritas Ernesto Bozzano - A pesquisa foi restrita à forma do Magnetismo
Humano, tomando como referência os bons
resultados obtidos pelo Dr. Robert N. Miller (MILLER, 1977), e RINDGE,
(1983?), o qual se utilizou das faculdades da curadoraOlga Worrall visando descobrir um processo para
medir a energia curativa no que obteve sucesso,
através de experiências controladas de medição da sua capacidade de
"reduzir a Tensão Superficial da água".
Escolheu-se a água como substância de observação, levando-se em conta a
tradicional afirmação nas grandes escolas
espiritualistas, do seu papel de absorvedora de fluidos curativos, sua
fundamental participação nos processos da natureza,
principalmente nos ecossistemas orgânicos (NOGUEIRA, 1995), e finalmente
pelo fato de podermos extrapolar os resultados das investigações para o sangue,
a linfa e
outros líquidos biológicos.
Experiências com Bioenergia:
Bernard
Grad (RINDGE, 1983) mediu a cicatrização de ferimentos provocados
na pele de 48 ratos divididos em 3 grupos de 16 unidades e tratados
durante 40 dias. O grupo controle não foi tratado
pelo "curador" voluntário Cel. Estebany.
O segundo grupo foi
submetido a calor na mesma temperatura das mãos de
Estebany.
O grupo por ele tratado apresentou velocidade de cicatrização
estatisticamente significativa.
Deduz-se que a bioenergia sutil emitida não é energia calorífica. Noutra experiência
(GERBER, 1993), observou a influência da bioenergia sutil no crescimento de sementes de cevada quando
irrigadas com água tratada durante 15 min. em garrafas seguras nas mãos por
Estebany.
Notou que o sucesso da transmissão
bioenergética dependia fortemente do estado emocional do emissor (vontade,
aceitação, concentração), não apenas do seu estado vital (saúde
física).
A
enzimologista Dra. Justa Smith (RINDGE, 1983) comparou soluções
da enzima tripsina num substrato cromogênico (BAPA).
A bioenergia emitida pelas mãos do
bioemissor, o Cel. Estebany ativou enzimas quantitativa e qualitativamente.
Enzimas estruturalmente danificadas após
exposição à luz ultravioleta, entravam num
processo espontâneo de reconstrução e retomavam sua configuração
ativa normal depois de submetidas à imposição
de mãos do mesmo bioemissor.
Notou ainda que os efeitos da
imposição das mãos eram equivalentes à queles
produzidos por campos magnéticos de 13.000 Gauss.
Porém não obteve
sucesso na medição de qualquer atividade magnética em
torno das mãos. Já John Zimmerman (GERBER, 2000)
registrou aquela atividade usando ultra-sensíveis magnetômetros SQUID.
Entretanto, os valores medidos foram muito
baixos e insuficientes para explicar os efeitos curativos observados, o
que nos leva a concluir que a natureza da
bioenergia sutil por nós emitida é diferente dos campos magnéticos de
imàs minerais.
DAVIS
& RAWLS (1983) observaram renovação vital em pessoas com
declínio de energia, bem como incentivo ao
crescimento de plantas, cicatrização de escaras, redução de cáries,
etc. com o uso da água 5/18 magnetizada
com imàs minerais.
Observaram que o pólo Sul equivale à polaridade
elétrica positiva no corpo humano - lado direito
do corpo olhado de frente, enquanto o pólo Norte corresponde à polaridade negativa - lado esquerdo do corpo.
A
frente do corpo é positiva em relação às costas.
A
aplicação isolada do pólo Sul em
experiências com plantas e ratos, resultou em incentivo ao
crescimento e ao vigor dos organismos, facilitando
a longevidade.
Já
as aplicações isoladas do pólo Norte implicaram retardo e
relaxamento dos processos vitais
facilitando, entretanto o controle da dor, redução da pressão
sanguínea.
Robert
Miller (MILLER, 1977) realizou experimentos com água destilada. A
emissão bioenergética foi induzida com uso
acessório de haste inox.
Obteve alterações significativas na TS-Tensão Superficial da água, e na absorção infravermelha,
nas pontes de hidrogênio e nos padrões de cristalização do sulfato de
cobre.
Encontrou extraordinária semelhança entre a
água tratada pelas mãos e pelos imàs, reforçando a tese de que as bioenergias sutis têm
natureza magnética, porém devem depender de outros fatores que a modulem
egarantam o sucesso da sua eficácia.
Henrique
Rodrigues (RODRIGUES, 1985), relata inúmeras experiências sobre
magnetização de águas levadas a efeito na
Rússia, destacando-se a constatação de que a água é a substância
responsável pelas alterações produzidas pelos
campos magnéticos nas células vivas e no meio em que atuam, agindo inclusive na
dissolução de cálculos nos rins.
Há também utilizações industriais
na remoção de incrustações de tubulações em
caldeiras, etc., e ainda produção de concretos para construções de
melhor resistência a compressão desde que
confeccionados com o uso de águas magnetizadas.
Os Messiânicos aplicam o Johrei (emissão de bioenergia sutil). Experiências controladas demonstraram resultados
significativos na alteração do eletroencefalográfico registrando
reduções do ritmo beta ao teta no receptor e
ressonância entre doador e receptor ao nível das ondas alfa o que
implica produção de betaendorfina -
neurotransmissor liberado pelo cérebro para acalmar a dor e o estresse.
A
Betaendorfina revitaliza as células NK (near killer
- quase assassinas) as quais agem destruindo vírus e bactérias que
invadem o corpo humano.
O Dr. Mandooh Ghoneum estima a
eficiência destas células em 2 a 3 vezes nas pessoas
que praticam o Johrei há mais de 5 anos, em relação aos que não
o praticam.
Notou também aumento da circulação,
da temperatura corporal, etc (JOHREI, 2000)
Daniel
J. Benor, M.D. publicou o resultado de um levantamento de 131 estudos
controlados, os quais foram por ele denominados de
" influencia intencional de uma ou mais pessoas sobre um outro
sistema vivo,sem uso de meios
físicos conhecidos de intervenção". Destes, 56 obtiveram
resultados estatisticamente significativos ao nível
de significância á<0,01, ou seja: a probabilidade de que os
resultados fossem devidos ao acaso foi menor que 1
em 100. Havia 21 estudos com resultados significativos ao nível de
significância entre 0,02<á><0,05.
Os estudos
envolveram efeitos de curas em enzimas, células,
levedo, bactérias, animais, plantas e seres
humanos. Dez deles foram dissertações de doutorado e dois foram teses de
mestrado. (DOSSEY, 1996).
Konstantin
Korotkov (KOROTKOV, 1998), utilizando-se da moderna técnica GDV -
Visualização da Descarga de Gás (ionizado)
em torno de estruturas orgânicas e inorgânicas, identificou alterações
significativas nas imagens da água tratada
bioenergéticamente por Allan Chumak.