Os Espíritos se regozijam a cada novo passo de progresso
da ciência humana, porque dos seus labores, das suas dedicações,
brotará o conhecimento superior, que felicitará os núcleos de
criaturas, porquanto ficará patente, plenamente evidenciada, a grande
missão do Espírito como elemento criador, organizador e conservador de
todos os fenômenos que regulam a vida
material.
Quanto mais avançam os cientistas, mais se convencem das realidades de
ordem subjetiva, nos fenômenos universais.
[71 - página 186]
O veículo carnal agora não é mais que um turbilhão eletrônico, regido pela
consciência. (Ver: Homeostase) Cada corpo tangível é transformado em energia, e esta desaparece para dar lugar à matéria.
Químicos e físicos, geômetras e matemáticos, erguidos à condição de
investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem, sacerdotes do Espírito,
porque, como conseqüência de seus
porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria,
a base que lhes assegurava as especulações negativistas. O futuro pertence ao Espírito! EMMANUEL
Nem os profetas da antiguidade, nem a ciência de hoje, se aproximaram da Verdade da Existência.
Ambos têm passado longe da Verdade. A ciência diz que a vida começou quando, de uma maneira inexplicável, uma combinação correta de reações químicas produziu uma molécula capaz de fazer cópias de si mesma, provocando mais reações químicas.
Tal descrição da enorme e abundante complexidade e poder da FORÇA da VIDA como sendo perceptível porque é “capaz de duplicar a si mesma” revela o empobrecimento básico da percepção e do pensamento científico que produziu tal teoria!
Este bloqueio ao progresso científico futuro impedirá que a ciência investigue devidamente o reino da mente e do espírito, até que algum cientista iluminado desafie as convenções e se atreva a cruzar as fronteiras entre “o que é visível e o que é invisível". Se os profetas de antigamente tivessem sido presenteados com a teoria da autoduplicação molecular, não teriam nenhuma dificuldade com tal “acontecimento mágico” e diriam que “Deus” fez as combinações químicas e as impregnou com vida. Porém, esta também não é a explicação correta. Este antigo conceito religioso de um “Deus no alto”, “criando de longe”, é o que impede o cientista de avançar na direção de reflexões espiritualmente mais conscientes. Portanto, apesar de a ciência parecer emancipada das velhas doutrinas, continua mentalmente atada e obstruída pelos temores de velhas proibições como no século dezenove.
Ela adota suas ridículas teorias porque ainda não percebeu a “Realidade” de Nossa Fonte do Ser, por trás e dentro da molécula viva.
Descrição: Esta obra explica como a eletricidade e o magnetismo funcionam em conjunto para produzir a força da gravidade; ao fazê-lo, o livro revela a ciência subjacente à equação de Newton, ciência esta que ele tentou, em vão, desvendar.
Revela a razão pela qual a gravidade é proporcional às massas de dois objetos que se atraem e por que ela enfraquece proporcionalmente a distância ao quadrado entre esses mesmos objetos; explora a natureza misteriosa da Constante Gravitacional (que ainda hoje confunde os pesquisadores) e diz por que todos os objetos aceleram em direção à Terra a 9,8 m/s2.
O autor explica como o átomo é composto por sete camadas eletrônicas e por que essas camadas são preenchidas com elétrons da forma como acontece, como o magnetismo permanente funciona em nível atômico, a natureza da suposta “matéria escura”, o motivo pelo qual as galáxias em espiral são espiraladas, por que o centro da Terra é extremamente quente e por que é gerado o campo magnético da Terra.
Também explica como as ondas antigravitacionais podem ser usadas para causar a desintegração molecular da matéria (armas phaser). Mostra ainda como o Sol, cuja rotação no próprio eixo dura 28 dias, regula a fertilidade das mulheres, determina o comportamento humano e a per¬sonalidade (astrologia) e causa tanto o aquecimento quanto o resfriamento global. Utilizando esse conhecimento, ele foi capaz de desvendar os códigos das antigas civilizações que cultuavam o Sol – primeiro os maias, do México; depois Tutankhamon, no Egito; e os Viracochas, da América do Sul. O processo de decodificação dele é único e revela espantosas imagens de artefatos arqueológicos que explicam os mistérios espirituais da vida – por que nascemos, por que morremos e por que tem de ser assim. Seu trabalho, melhor descrito como fato de aventura, une ciência moderna, espiritualidade e conhecimentos antigos para trazer à tona segredos do passado e da ciência dos tempos futuros. Em 1992, Cotterell ganhou a medalha de “Voluntariado Cultural” por suas contribuições para a cultura mexicana. Maurice Cotterell é autor dos best-sellers internacionais The Terracotta Warriors, The Mayan Prophecies, The Lost Tomb of Viracocha, The Celtic Chronicles, Os Superdeuses e As Profecias de Tutankhamon (estes publicados em língua portuguesa pela Madras Editora). Em Ciência do Futuro, ele volta ao início dos tempos para explicar como o universo começou e revela as primeiras representações de Deus e Jesus Cristo, decodificadas a partir dos tesouros de imemoriais civilizações que cultuavam o sol.
http://www.madras.com.br/portal/index.php ?page=shop.product_
A milhões de anos luz distante de qualquer galáxia, um "planeta" viaja pelo espaço sem perceber qualquer efeito significativo da presença de qualquer outro corpo no universo, mas há nele características incomuns.
Sua superfície é constituída de uma crosta sólida e espessa, mas abaixo dela, uma camada extensa de água e um núcleo ainda aquecido. E da mesma forma, se organizou em sociedade. No entanto, onde vivem não há luz e eles são desprovidos do sentido da visão. Isto os torna incapazes de observar qualquer outro elemento no universo tal como conhecemos. Estrelas, sóis, planetas, luas, cometas, meteoros, nebulosas, etc., não podem ser observados. Não há meios para fazê-los. Nenhuma energia externa penetra a crosta e estão muito distantes para perceber qualquer interação significativa.
Também não há, onde vivem, qualquer material ferromagnético e o “mar” onde vivem é altamente condutor, de maneira que são também incapazes de observar qualquer efeito relativo a eletricidade estática. Pensemos agora no conceito de UNIVERSO que esse povo tem. Para eles, o universo se resume ao meio em que vivem e nada além do que há no planeta deles existe. Campos magnéticos e elétricos também não fazem parte do universo deles. É como se simplesmente não existissem. E de nada adiantaria nós, se houvesse alguma forma possível, contar para eles que outros lugares e outros campos existem no universo. Os cérebros deles, devido ás suas limitações de observação, não seriam capazes de entender.
Tudo que existe no universo tem a capacidade de ser observado, direta ou indiretamente, pelos nossos sentidos. Tudo! E é assim que a Física entende o universo e é por isso que ela não vai além e não discute o que é tratado apenas no campo da Filosofia ou da Religião.
|
Páginas relacionadas:



Descrição: Esta obra explica como a eletricidade e o magnetismo funcionam em conjunto para produzir a força da gravidade; ao fazê-lo, o livro revela a ciência subjacente à equação de Newton, ciência esta que ele tentou, em vão, desvendar.
A milhões de anos luz distante de qualquer galáxia, um "planeta" viaja pelo espaço sem perceber qualquer efeito significativo da presença de qualquer outro corpo no universo, mas há nele características incomuns.
