Conteúdo da página:(com respectivas fontes) Químicos e físicos, geômetras e matemáticos, erguidos à condição de investigadores da verdade, são hoje, sem o desejarem, sacerdotes do Espírito, porque, como conseqüência de seus porfiados estudos, o materialismo e o ateísmo serão compelidos a desaparecer, por falta de matéria, a base que lhes assegurava as especulações negativistas. ... EMMANUEL Ver: Ciência do porvir
O citoplasma, que é, no fundo, o elemento intersticial de vinculação das forças fisiopsicossomáticas, obriga as células ao trabalho de que necessita para expressar-se, trabalho este que, à custa de repetições quase infinitas, se torna perfeitamente automático para as unidades celulares que se renovam, de maneira incessante, na execução das tarefas que a vida lhes assinala.
André Luiz
A ciência humana, porém,
caminha na direção do porvir.
[29 - página 126]
Evidências científicas mostram que os genes não controlam os seres
vivos e apresenta as fantásticas descobertas da epigenética,
um novo campo da biologia que desvenda os mistérios de como o ambiente
(natureza) pode influenciar o comportamento das células sem modificar o código genético.
É uma nova face da ciência, que revela mais detalhes sobre o complexo sistema e estrutura das doenças, incluindo o câncer e a esquizofrenia. [98 - página 35]
Na verdade, a epigenética, que é o estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética, é hoje uma das áreas mais atuantes da pesquisa científica em geral. [98 - página 31]
Best-seller nos Estados Unidos, a biologia da crença – lançamento da Butterfly Editora –, de Bruce
Lipton, renomado cientista norte-americano, em linguagem
simples e direta, ao alcance de todos, traz surpreendentes
descobertas científicas que comprovam o poder do pensamento sobre a
matéria e esclarecem a reencarnação. Seus estudos foram precursores da epigenética – estudo dos mecanismos moleculares por meio dos quais o meio ambiente controla a atividade genética. Sua vasta pesquisa comprova que o DNA é controlado pela energia que emana dos pensamentos, o que simplesmente significa que nossas projeções mentais influenciam diretamente em nossa saúde. Comprovação científica
Não tenho a
menor dúvida de que este livro acabará se tornando uma base para a ciência
do novo milênio. Professor universitário de grandes recursos recorre a exemplos e ilustrações que facilitam o entendimento do que poderia, à primeira vista, parecer complexo. Prova de sua capacidade de exposição
é o fato de que milhares de pessoas mudaram seu modo de pensar depois de
ler a biologia da crença.
Ao escrever este livro, sinto-me como se estivesse desenhando uma linha na
areia, que divide a história da humanidade.
Ao cruzar essa linha, passamos a entender claramente os conceitos da nova biologia, encerrando definitivamente a polêmica sobre ...
Percebemos que a mente consciente está muito além da mera programação genética. Creio que neste momento vivenciamos uma mudança profunda e pragmática em nosso modo de ver a vida, algo semelhante ao que aconteceu quando o conceito de que a Terra era redonda substituiu todas as crenças da época. [98 - página 35]
No Epílogo, explico como a nova biologia me
fez perceber a importância da integração espírito-ciência e como
isso modificou radicalmente a visão agnóstica e científica que eu tinha
a respeito do mundo.
Não se preocupe. Não estou apresentando um produto novo ou uma nova religião. É apenas um convite para que você deixe de lado por alguns instantes todas as crenças impostas pela mídia e pela ciência tradicional para vislumbrar o universo que se abre à sua frente com as descobertas da nova ciência. [98 - página 36]
Não acreditava em Deus,
embora deva confessar que quando imaginava a possibilidade de sua existência
a figura que surgia em minha mente era sempre a de um grande e perverso
controlador com senso de humor deturpado.
Eu era, afinal, um biólogo tradicional, para quem a existência de Deus era uma questão totalmente irrisória.
Considerava a vida mera conseqüência do acaso,
como a sorte no jogo. Ele simplesmente afirmava que o acaso, e não a intervenção divina, é o verdadeiro responsável pela vida na Terra.
Em seu livro a origem
das espécies, publicado em 1859, Darwin afirma que as características
individuais são passadas dos pais para os filhos e que estas são fatores hereditários que controlam a vida de todos nós.
Essa
afirmação levou os cientistas a uma busca frenética para dissecar todas
as partes que compõem as moléculas em uma tentativa de decifrar os
mecanismos hereditários responsáveis pela vida. Os jornais anunciavam a nova engenharia genética, a promessa de bebês com características programadas e os medicamentos milagrosos.
Até hoje me lembro das
manchetes daquele dia memorável em 1953: Descoberto o segredo da vida. Os cientistas estavam certos de que tudo é herdado de nossos pais.
No início, pensavam que o DNA fosse
responsável apenas por nossas características físicas.
Portanto, se alguém nascesse com um gene de felicidade
defeituoso só poderia esperar ter uma vida infeliz. Questionava não apenas Darwin e sua versão canibal da evolução, mas também o dogma central da biologia, segundo o qual os genes controlam a vida.
Este dogma tem uma séria falha: os genes não
ligam-desligam sozinhos.
É preciso que fatores externos
do ambiente os influenciem para que entrem em atividade. Por isso, cada vez que eu me manifestava era duramente criticado por todos. Tornei-me um candidato à excomunhão; um bruxo para ser queimado na fogueira! [98 - página 25]
A epigenética nos permite resgatar o
controle sobre nossa vida: Os teóricos que defendem a
tese de que os genes comandam nosso destino parecem ignorar as experiências
sobre as células anucleadas realizadas há mais de 100 anos.
Mas não podem ignorar as novas pesquisas, que também mostram que eles
estão enganados. A ciência da epigenética, que significa literalmente controle sobre a genética, modificou completamente os conceitos científicos sobre a vida. Na última década, as pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! Influências ambientais como...
Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é passado pela dupla espiral. Não há dúvida de que as descobertas epigenéticas deixaram para trás as descobertas genéticas. Desde a década de 1940, os biólogos vêm isolando o DNA do núcleo das células para estudar os mecanismos genéticos. Nesse processo de abrir a membrana do núcleo retirado e remover os cromossomos, compostos metade de DNA e metade de proteínas reguladoras, em sua ânsia de estudar o DNA, jogavam fora as proteínas. Na verdade, estavam jogando fora o bebê junto com a placenta. Hoje esse bebê está sendo resgatado com o estudo das proteínas dos cromossomos, que desempenham um papel tão crucial na hereditariedade quanto o DNA. [98 - página 81]
A história do controle epigenético é a
história de como os sinais ambientais controlam a
atividade dos genes.
Este novo e mais sofisticado fluxo de informações da biologia começa com um sinal do ambienteque age sobre as proteínas reguladoras, depois sobre o DNA, o RNA e finalmente sobre o resultado final, a proteína. A ciência da epigenética também deixa claro que há dois mecanismos pelos quais os organismos transmitem suas informações hereditárias. Ambos permitem aos cientistas estudar tanto as contribuições da natureza (genes) quanto as do aprendizado (mecanismos epigenéticos) sobre o comportamento humano.
Se
focarmos nossa atenção apenas nos padrões, como os cientistas vêm
fazendo há décadas, jamais vamos entender a influência do ambiente.
Você se lembra da época em que a programação da televisão
acabava à meia-noite? Os botões e os controles da TV permitem que você modifique a aparência horizontal e vertical da tela, ligue ou desligue o aparelho e altere características como cor, tonalidade, contraste e brilho. Ao fazer essas modificações você pode alterar a aparência da tela, mas não modificar padrão original da imagem. Esse é o papel das proteínas reguladoras.
Estudos
de síntese de proteínas revelam que os controles epigenéticos podem
criar mais de duas mil variações de proteínas a partir de um mesmo
padrão genético. [98 - página 84]
Outros
estudos mostram que os mecanismos epigefléticos são um fator importante em diversas doenças, entre elas...
Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir suas doenças a fatores hereditários. A mídia alardeou a descoberta do gene do câncer de mama, mas deixou de mencionar que 90 por cento dos casos desse tipo de câncer não está associado a genes herdados. A maioria ocorre por alterações induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos. [98 - página 87]
Epigenética:
http://www.genetica.esalq.usp.br
Temos de ver o gene apenas como uma possibilidade; ele tem a
informação mas só a mostra quando lhe é pedido.
Tudo o que consegue
abrir o genoma e forçá-lo a dar uma resposta é que chamamos epigenético. Quando já há duas células, cada uma é epigênese para a outra, o mesmo quando são quatro, oito, dezesseis e por aí fora.
Tudo o que é epigenético condiciona, estimula
ou inibe a expressão da informação gênica. Daniel
Serrão
Epigenética:
além da seqüência do DNA. Artigo
de Eloi S. Garcia
O hábito de fumar, o uso de esteróides e certas drogas também influenciam as funções genéticas por interagir química ou fisicamente com o DNA. Recentes investigações genéticas têm demonstrado que gêmeos idênticos (possuidores do mesmo genoma) apresentam diferenças em seu comportamento e fisiologia. Por exemplo, eles podem diferir na susceptibilidade a doenças degenerativas e infecciosas.
Somos mais que nossos genes.
Os
genes não são responsáveis por tudo. Uma nova área, a epigenética,
está sendo desenvolvida para explicar estas diferenças. http://www.jornaldaciencia.org.br (Link desativado)
A epífise preside aos fenômenos
nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo.
Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais
ligam as existências umas às outras, na seqüência de lutas, pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida. As glândulas genitais segregam os hormônios do sexo, mas a glândula pineal, se me posso exprimir assim, segrega " hormônios psíquicos ou unidades-força que vão atuar, de maneira positiva, nas energias geradoras.
Os cromossomos da
bolsa seminal não lhe escapam à influenciação absoluta e determinada. Analisemos a epífise como glândula da vida espiritual do homem.
De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito, viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o num imã relaxado, entre as sensações inferiores de natureza animal.
Daí procede a necessidade de regras morais para quem, de fato, se interesse pelas aquisições eternas nos domínios do Espírito.
[
16a - página 18 ]
Controle magnético das céLuLas
Para
perceberem o ambiente ao redor, as células dependem de proteínas receptoras presentes em sua superfície.
Esses receptores engatam em moléculas
específicas, desencadeando uma cascata de eventos bioquímicos que
levam a certos comportamentos das células, como a secreção de hormônios ou a destruição de patógenos. Donal Ingber, da Harvard Medical School, e seus colegas demonstraram que poderiam controlar essa ativação usando partículas de óxido de ferro presas a moléculas de dinitrofenol (DNP), que se prendem aos receptores em mastócitos produtores de histamina. Magnetizadas, as gotas de 30 nanometros de largura atrairiam umas às outras, forçando os receptores a se aglomerar e ficar ativos. Os pesquisadores detectaram aumento nos níveis de cálcio dentro das células, o que é o primeiro passo na secreção de histamina. A técnica poderia resultar em biossensores mais leves e econômicos em termos de energia para detectar patógenos ou encontrar novas formas de distribuir medicamentos. J. R.
Minkel
O estudo do papel dos genes na personalidade e no comportamento leva em
conta as influências afetivas,
sociais e ambientais que, por sua vez,
parecem exercer efeitos também na regulação da expressão gênica. Os genes determinam nosso metabolismo, nossa aparência e, em certa medida, nosso repertório de comportamentos. Mas a ideia de onipotência genética, que vigora há pelo menos 22 Anos, está com os dias contados.
O que a ciência vem
mostrando, com evidências cada vez mais convincentes, é que a expressão
gênica não só é muito flexível, como também pode ser modificada pela
experiência ---
ideia
que pareceria absurda alguns anos atrás. Um número cada vez maior de estudos mostra que experiências afetivas e traumas repercutem na expressão de genes que controlam funções importantes do organismo, como a reação ao stress. O avanço da biotecnologia nos últimos anos permitiu entender melhor como a expressão genética é modulada por fatores externos, o que deu origem a uma nova área de estudo conhecida como epigenética.
Embora a definição
do termo seja ampla, a epigenética se ocupa principalmente das modificações
do DNA que são estáveis ao longo de
sucessivas divisões celulares. Trata-se de um princípio geral da biologia evolutiva segundo o qual os seres vivos precisam se adaptar às condições externas para sobreviver.
Assim, cada um de nossos cerca de 30 mil genes é formado
não apenas pela região codificadora (de proteínas), mas também por
segmentos que não codificam proteína alguma e são chamados promotores.
Esse processo de
acoplamento depende de sinais bioquímicos que vêm de fora da célula e
ativam esses fatores de transcrição.
Um bom exemplo é o efeito do stress.
Revista
MENTE / CÉREBRO
Avancemos 3 mil anos, até a Grécia antiga. Filósofos faziam grandes
perguntas como:
Eles desenvolveram a teoria do átomo, estudaram os movimentos celestes e buscaram princípios universais para o comportamento ético. Durante milhares de anos, o único estudo do céu foi a astrologia. Da astrologia surgiu a astronomia moderna, que deu origem à matemática e à física. A alquimia, a busca da transmutação e da imortalidade, gerou a química, de onde mais tarde surgiram como especializações a física das partículas e a biologia molecular. Hoje, a busca da imortalidade é conduzida pelos bioquímicos que estudam o DNA.
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Evolução Espontânea - Bruce Lipton e Steve Bhaerman
http://www.youtube.com/watch?v =T7Qri9aJkAM (Link desativado) |
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