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É preciso evitar as emoções,
incompatíveis com o autodomínio racional. As pessoas moralmente fortes e
que buscam atingir a "apatia" livram-se da
ansiedade e têm o domínio de si mesmas, e são capazes de se sobreporem
aos desejos
e às inconstâncias da sorte. A independência em relação
às emoções e aos desejos
assegura ao sábio um estado de contentamento imperturbável. O tolo é
presa da miséria e do descontentamento.
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"Somente
o sábio é belo porque somente a virtude
é bela.
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Somente
o sábio é rico porque a verdadeira riqueza consiste em não ter
necessidades.
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O
sábio é rei porque é senhor de si mesmo."
Com o tempo houve uma atenuação do absolutismo estóico,
e uma gradação de valores dos objetos. A busca da saúde, por
exemplo, seria quase absolutamente boa, e a doença e aquilo que a produz
(dieta incorreta e falta de exercícios, por exemplo) seria coisa a ser
evitada. E também há o dever de subordinar os interesses particulares
aos interesses da sociedade, pois "criar dificuldades uns aos outros
é contra as leis da natureza".
http://greciantiga.org/txt/estoicos.asp |