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Apócrifos (Apocryphom literalmente livro secreto)
Apócrifo adj. 1. Sem autenticidade. 2. Rel. catól. Diz-se de um texto, ou de um livro, cuja autenticidade é duvidosa ou suspeita, ou não reconhecida pelo magistério eclesiástico.
Os manuscritos, hoje conhecidos como Evangelhos Gnósticos, ou Apócrifos (Apocryphom
literalmente livro secreto), revelam ensinamentos, apresentados segundo
perpectivas bastante diversas daquelas dos Evagelhos Oficiais da Igreja Romana; como por exemplo este trecho atribuído a Jesus, o
Vivo: "Se manifestarem aquilo que têm em si, isso que manifestarem
os salvará. Se não manifestarem o que têm em si, isso que não manifestarem os destruirá". http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/ Codigos_de_Nag_Hammadi.shtml
"Toda
história é contada pelos vencedores. Isto é verdade também para a história de Jesus de Nazaré e seus ensinamentos, relatada nos quatro Evangelhos do Novo Testamento. O cânone bíblico - o conjunto dos textos considerados "inspirados" - abriga os vencedores de uma batalha doutrinária travada dentro da Igreja antiga, entre os séculos 2 e 5. De fora ficaram mais de 60 outros escritos, que receberam o nome de apócrifos (ocultos, em grego).
Sobre eles pairava a acusação de deturpar a
doutrina original de Jesus, misturando-a com episódios fantasiosos e ideias
tiradas das seitas místicas dos primeiros séculos do Cristianismo. Se hoje os católicos sabem os nomes dos reis magos que adoraram Jesus e crêem que o corpo de Nossa Senhora subiu aos céus após sua morte - fato que a Igreja considera como Dogma desde 1950 - é porque, por vias indiretas, os apócrifos contornaram as proibições. Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento.
Muitos têm nomes sugestivos como
"Apocalipse de Adão" ou "descida de Cristo ao inferno". Da maioria resta fragmentos ou se conhece por citações de cronistas da Antiguidade. Mas são principalmente aqueles ligados à vida de Jesus que estão atraindo a atenção de religiosos e pesquisadores, que os reconhecem como fontes importantes para estudar o Homem de Nazaré." Revista Galileu
Livros apócrifos segundo Frei Jacir de Freitas: Nascido em divinópolis (MG), frei Jacir
de Freitas Faria é padre franciscano.
Mestre em Exegese Bíblica pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (PIB), Frei Jacir complementou seus estudos de Bíblia no México e em Jerusalém. Atualmente reside em Belo Horizonte, onde é professor no Instituto Santo Tomás de Aquino (ISTA), no Instituto Marista de Ciências Humanas (IMACH) e no Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus (CES-ISI). Além das aulas, dedica-se à leitura popular da Bíblia no Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), na Comissão Pastoral da Terra (CPT/MG), na Diocese de divinópolis e em cursos de teologia pastoral para leigos.
Pela Conferência Nacional dos Bispos
do Brasil (CNBB) é membro da Comissão Teológica do Conselho Nacional de
Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).
Apaixonado pela Bíblia, ele é um dos poucos estudiosos no Brasil e no mundo a
mergulhar na literatura apócrifa (escritos "bíblicos" não
considerados inspirados e, pó isso, mantidos em segredo pelas Igrejas), com o
intuito de voltar às origens do cristianismo e resgatar informações
importantes que complementam os textos bíblicos canônicos (oficiais),
clareando a mente daqueles que acreditam em Jesus e fortalecendo a sua fé."conteudonegrito"
A primeira constatação
que fiz foi que muitos desses textos complementam o sentido, sem tirar a
veracidade, dos textos canônicos,
os considerados pela tradição como inspirados.
Não podemos mais entender apócrifo desta maneira, mas como algo precioso e, por isso, mantido em segredo."conteudonegrito"
Existem 112 livros apócrifos, sendo 52 em relação ao Primeiro Testamento e 60 em relação ao Segundo.
Assim como a Bíblia, a literatura apócrifa está
composta de Evangelhos, Atos, Apocalipses, Cartas, Testamentos. É claro que não se pode tomar todas as informações como verdades de fé. O mesmo também não ocorre como os evangelhos canônicos?
Isso é importantíssimo. Também nos evangelhos canônicos aquilo que era dado de fé passou a ser dado histórico e o que era dado histórico tornou-se dado de fé.
É difícil distinguir, mesmo como o auxílio da exegese
moderna, o Jesus da fé do Jesus histórico. As coisas estão misturadas. A fé é que nos coloca no caminho certo. http://www.sobrenatural.org/Site/ Apocrifos/entrevista.asp
![]() Textos Apócrifos ( Gnósticos ):
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