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"Caminhando
de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque,
se novas descobertas lhe
demonstrassem estar em erro acerca de umponto
qualquer, ele se modificaria nesse
ponto.
Se uma verdade nova se revelar,
ele a aceitará" (A Gênese, Capítulo I, item 55)A
citação acima dá-nos
uma visão cristalina e definitiva o que diz respeito à total submissão da Doutrina
Espírita ante as descobertas progressistas, devidamente comprovadas
apóscriteriosa e exaustiva
experimentação, a cargo das investigações científicas dos
nossos dias.
Todas essas questões, dentre outras, fazem parte de uma análise puramente científica, de pouquíssima complexidade, cuja finalidade principal é verificar a correção do direcionamento dado aos trabalhos executados sob a égide do Espiritismo, que, então, ver-se-á fortalecido sob o aspecto da fé raciocinada, constantemente ressaltado nas obras básicas da Doutrina, em total oposição à fé cega, que é verdadeiramente o fator mais representativo do comodismo religioso. José Marcelo G. Coelho e-mail: jmarcelo.vix@zaz.com.br http://clotildes.tripod.com/down.html
Os
espíritos são as almas dos homens que "já deixaram a Terra", por
isso lidamos com mentes caprichosas, que não estão à nossa disposição na
hora que melhor nos convier.
No entanto, pesquisadores que se submeteram à observação criteriosa, disciplinada e principalmente sem intenções subalternas, ficaram diante de fenômenos inusitados. Fatos que se repetiram tantas vezes quantas foram necessárias para recolher dados estatísticos ao máximo.
O objeto é passivo nas duas primeiras.
Na terceira, o observador deve ser
passivo.
Na
Psicologia a análise exige, então, o máximo de cuidados, pois a minúcia
esquecida, talvez seja a principal causa do fenômeno mais importante." http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/metodologia-cientifica.html
Disse
certa vez o Dr. Bezerra_de_Menezes: http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/metodologia-cientifica.html
A
insistência nas denominações:
O Espírita, volto a insistir, quando experimenta, de forma metodológica ou empírica, numa reunião ou diante de um fenômeno mediúnico, põe em ação o “aspecto” científico da Doutrina, mas não afasta os outros dois, porque, ao realizar as deduções e projeções do que foi observado estará filosofando e, ao manter a harmonia interior e a postura ética, enquanto experimentando, estará exercendo a “conseqüência moral” espírita. Pelo exposto, já temos as linhas gerais de uma metodologia experimental espírita.
De modo geral, a pesquisa experimental
em Espiritismo exige uma série de procedimentos, tanto prévios, quanto
concomitantes e posteriores, como em qualquer área das ciências
estabelecidas.
Sem objeto claramente definido não pode haver pesquisa conclusiva. Ao realizar suas observações na casa da família Baudin, Allan Kardec estabeleceu como seu objeto o mundo espiritual - enquanto “lócus” de vivência do Espírito desencarnado -, e sua interação dialética com o mundo material.
Objeto extremamente ambicioso, pela amplitude.
Ou seja, uma filosofia espiritualista
decorrente de um procedimento científico de observação controlada de
fatos e análise do material dele derivado. Não haverá condições para uma “neutralidade axiológica” absoluta, como nas ditas “ciências exatas”. Pesquisador e objeto estarão indissoluvelmente comprometidos um com o outro, a nível energético. A começar pelo relacionamento psicológico e magnético com o médium, o qual poderá facilitar ou obstacular o bom andamento das experiências. Se observador e medianeiro nutrem antipatias, restrições ou hostilidade um para com o outro, a experimentação estará fadada ao insucesso ou a resultados inconclusivos.
Educação, respeito e gentileza não são incompatíveis
com o rigor científico.
Hoje, mais do que em
qualquer época passada, existem meios eletrônicos de controle, altamente
sofisticados e capazes de detectar qualquer tentativa de burla.
Enfim, é possível uma rigorosa
vigilância rigorosa e precisa do local das experiências e do médium,
sem impor-lhe restrições humilhantes. Tal comportamento distorcerá, seguramente, os resultados.
Como parte
integrante dos fenômenos a ocorrer, o experimentador que mantenha uma ideia
fixa quanto à corroboração de uma teoria a priori, interferirá no
processo, adulterando a experimentação que, premida por sua influência
mental, tenderá a corroborar-lhe o pensamento, e não refletirá sua própria
realidade.
Um grande número de experiências proporcionará
massa crítica necessária para se determinar leis e princípios do fato
estudado. Este o procedimento adotado e preconizado por Allan
Kardec. Nas ciências exatas o estado moral do cientista não tem a menor interferência no andamento da experiência. Ao estudar um determinado evento material, desde que seja respeitado o método requerido pelo estudo, um cientista canalha e outro de caráter ilibado chegarão às mesmas conclusões.
No estudo dos fenômenos psíquicos o
mesmo não ocorre. Ele exige postura ética.
Muito ao contrário: o
psiquismo do observador está intimamente relacionado como o objeto em análise,
que é também psíquico, ou seja, da mesma natureza..
Um “ cientista espírita” que
idealize uma pesquisa eivada de falsidades, estando pois com má intenção,
obterá fatalmente o que procura. Passará então a divulgar falhas do médium
estudado, quando é ele também é culpado por elas.
É um outro fato, já
consagrado pela experiência, que é necessário se criar um clima de
serenidade, recolhimento e pensamentos nobres, para que funcione a lei de
afinidade psíquica, atraindo para colaborar com as experiências
entidades honestas e confiáveis.
E o
mais importante é que, desde a publicação dessa obra, até o momento
atual, todos os estudos não espíritas realizados em torno das
faculdades espirituais do ser humano têm corroborado toda a metodologia
ali discriminada, sem superar ou desmentir qualquer dos seus princípios. http://www.espirito.org.br/portal/artigos/ |
Os
espíritos são as almas dos homens que "já deixaram a Terra", por
isso lidamos com mentes caprichosas, que não estão à nossa disposição na
hora que melhor nos convier.
