|
AMOR À VIDA! ABORTO, Não! A Federação Espírita Brasileira, representante máximo do movimento espírita nacional, promove uma campanha permanente em favor da vida, cujo slogan é: “ EM DEFESA DA VIDA”. Por conta disso, luta incessantemente contra todas as tentativas de se legalizar atos ignominiosos como a pena de morte, a eutanásia e o aborto, dentre outros que atentem contra a vida humana.A razão desta luta é muito simples; a vida é dom divino que se perde na poeira dos tempos e que, de modo algum, encontra-se acrisolada nos estreitos limites da vida carnal, posto que precede e sucede a vida como singelamente a concebemos (nascimento à morte). Fiquemos hoje com a questão do aborto, este fetocídio qualificado.O aborto é dos crimes mais bárbaros atribuídos à inteligência humana. Durante muito tempo, principalmente com o florescer do feminismo (que no bojo de conquistas justas, trouxe a mancha dos excessos, dos despautérios) vingaram argumentos ignaros e levianos, sendo que os principais sempre foram:
Frágeis, tais argumentos não teriam mesmo como enfrentar o tempo, que vem a ser o melhor instrumento da verdade.Antes de enfrentarmos a questão sobre a propriedade que a mulher postula sobre seu próprio corpo, vamos nos debruçar sobre questão mais essencial:O EMBRIão É UM SER HUMANO OU É UMA “COISA”?Na terminologia jurídica, nascituro vem a ser O SER HUMANO Jà CONCEBIDO, CUJO NASCIMENTO SE ESPERA COMO FATO FUTURO CERTO. Portanto, para o mundo jurídico, o embrião é tratado como um ser humano, tanto que o Código Civil, por diversas vezes, incluiu-o em suas estipulações legais:
E o mundo científico, que diz?
Portanto, nem a ciência, nem o mundo jurídico ratificam as ações dos aborteiros. Somente o egoísmo extremado, o orgulho insensato, uma frieza pusilânime ou uma ação desesperada é que fundamentam o aborto.Um dos argumentos ainda muito utilizados pelos praticantes do aborto, é o de que o corpo pertence à mulher, sendo que dele ela pode dispor livremente.Em que pese ser eticamente questionável tal argumento, de fato pode (pode mas moralmente não deve) a mulher dispor livremente de seu corpo. Assim, pode ela feri-lo à vontade, retalhá-lo com gilete e depois embebedá-lo em álcool; pode extrair todo o sangue, até à morte; pode martirizá-lo como lhe aprouver, ou, pode guarnecê-lo terna e respeitosamente, enfim, como lhe aprouver.Só têm um problema; o ser humano que está recebendo um corpo carnal, e que nela habita, nunca, em momento algum, nem no primeiro átimo da concepção, é apêndice do corpo da mãe. Em verdade, trata-se de uma individualidade, cuja carga genética se diferencia da do pai e da mãe no momento da concepção.Assim, o que temos é um mesmo ser em diversos estágios diferentes. Portanto, quando a mãe, ou outra pessoa qualquer, mata o filho, esteja ele em que estágio estiver - zigoto, mórula, blástula, pré-embrião, embrião, feto, recém-nascido, infante, adolescente, jovem ou adulto, estará sempre, SEMPRE, matando o mesmo ser.
A única diferença que se
pode considerar é o grau de resistência que a mãe ou o aborteiro por
ela contratado pode enfrentar, posto que, um homem, no vigor da juventude,
certamente será mais difícil de ser exterminado do que um embrião,
emparedado no calor do útero materno, cujos imensos olhos não poderão
ser vistos, nem os espasmos faciais apreciados.Encerrando de vez quaisquer dúvidas que ainda restem sobre ser o
filho gerado no ventre um ser completamente independente, e não um apêndice
da mãe (como querem os movimentos feministas levianos, os levianos,)
como bem lembrou a Dra. Marília Siqueira (ginecologista que palestrou na
Faculdade de Direito da USP), desde o momento da concepção os anticorpos
produzidos pela mãe trabalham para EXPULSAR O CORPO ESTRANHO. Como
o ovo precisa de proteção para sua implantação, dá-se um choque antigênico
nas entranhas da mulher, que cria uma barreira na altura da placenta,
impedindo deste modo a expulsão do ser em formação.Ademais, se a mulher está
dispondo do próprio corpo, como se explica que, ao praticar o aborto, o
que se lhe retira é um outro corpo, no caso, o corpo do filho?Seguindo adiante, aproveitaremos a oportunidade para ponderar sobre
alguns outros sofismas que costumam freqüentar a mente daqueles que são
favoráveis à prática de tal barbárie.
Por quê??? LIVRE
ESCOLHA (FREE CHOICE): Walterney
Angelo Reus - ÇARA-SC |
Páginas relacionadas:
