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Tudo
t�m um fim providencial, os grandes fen�menos da
Natureza, os que se consideram como perturba��o dos elementos.
Tudo tem uma raz�o de ser e nada acontece sem a permiss�o de Deus.
�s
vezes t�m, como imediata raz�o de ser, o homem.
A
mitologia dos antigos se fundava inteiramente em ideias esp�ritas, com a �nica
diferen�a de que consideravam os Esp�ritos como divindades.
Representavam
esses deuses
ou esses Esp�ritos com atribui��es especiais. N�o h� Esp�ritos que habitem o interior da Terra para presidir aos fen�menos geol�gicos. Tais Esp�ritos n�o habitam positivamente a Terra. Presidem aos fen�menos e os dirigem de acordo com as atribui��es que t�m. Dia vir� em que recebereis a explica��o de todos esses fen�menos e os compreendereis melhor.
Os
Esp�ritos que presidem aos fen�menos da Natureza, s�o os que foram encarnados
como n�s ou que o ser�o.Quanto a ordem desses Esp�ritos, isso � conforme seja mais ou menos material, mais ou menos inteligente o papel que desempenhem.
Uns mandam, outros executam.
A produ��o de certos fen�menos, das tempestades, por exemplo, � obra de inumer�veis Esp�ritos, que se re�nem, formando grandes massas, para produzi-los.
Dos
Esp�ritos que exercem a��o nos fen�menos da
Natureza, uns operam com conhecimento de causa, usando do livre-arb�trio, outros por efeito de
instintivo ou irrefletido impulso.
Estabele�amos uma compara��o.
Considera
essas mir�ades de animais que, pouco a pouco, fazem emergir do mar ilhas e
arquip�lagos.
Enquanto se ensaiam para a vida, antes que tenham plena consci�ncia de seus
atos e estejam no gozo pleno do livre-arb�trio, atuam em certos fen�menos, de
que inconscientemente se constituem os agentes. Mais tarde, quando suas intelig�ncias j� houverem alcan�ado um certo desenvolvimento, ordenar�o e dirigir�o as coisas do mundo material.
Depois,
poder�o dirigir as do mundo moral. |
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