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Baal era o deus da fertilidade e, associado à tempestade e à chuva, tinha lutas periódicas com Mot, senhor da seca e da morte. Nessa mitologia, Baal representava as forças ativas da vida, enquanto El estava associado à sabedoria e à prudência da maturidade. Os Fenícios adotaram o culto de Baal, que chamavam Baal Shamem, senhor dos céus. Depois de chegar a Canaã, os israelitas passaram a chamar de Baal os deuses da região. No século IX a.C., Jezebel pretendeu substituir o culto de Iavé pelo de Baal, o que provocou o repúdio deste. Baal passou a representar, para os israelitas, a abominação e os falsos deuses. Essas circunstâncias, aliadas à crença de que os cartagineses sacrificavam seus primogênitos a_Baal Hammon, atribuíram ao deus uma imagem sanguinária que em nada corresponde a sua origem.
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DESAPARECIDOS (Crianças e Adolescentes)
Com o nome de Baal, os povos semitas
ocidentais adoraram diversos deuses, todos de características
semelhantes. Originariamente, Baal constituía, junto com El, a principal divindade do panteão
cananeu.

