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CONTINENTE DO «INFRA-SOM»
Ajustam-se ouvidos e olhos humanos a balizas naturais de percepção,
circunscritos aos implementos da própria estrutura.
Abaixo de 35 a 40 vibrações por segundo,...
A ponte pressionada por grande veículo ou a locomotiva que avança sobre trilhos agita a porta de residência não distante, porta essa cuja inquietação se comunica a outras portas mais afastadas, em regime de transmissão "infra-som". Nesse domínio das correntes imperceptíveis, identificaremos as ondas eletromagnéticas de Hertz a se exteriorizarem da antena alimentada pela energia elétrica e que, apresentando freqüência aumentada, com o emprego dos chamados "circuitos oscilantes", constituídos com o auxílio de condensadores, produzem as ondas da telegrafia sem fio e do rádio comum, começando pelas ondas longas, até aproximadamente mil metros, na medida equivalente à freqüência de 300.000 vibrações por segundo ou 300 quilociclos, e avançando pelas ondas curtas, além das quais se localizam as ondas métricas ou decimétricas, disciplinadas em serviço do radar e da televisão. Em semelhantes faixas da vida, que a ciência terrestre assinala como o continente do "infra-som", circulam forças complexas; contudo, para o Espírito_encarnado ou ainda condicionado às sensações do Plano Físico, não existe nessas províncias da Natureza senão silêncio. (14) Outros Autores admitem que estes infra-sons começam abaixo de 16 vibrações por segundo. (Nota do Autor espiritual) [29 - página 24]
SONS PERCEPTÍVEIS Aumente-se a freqüência
das
ondas, nascidas do movimento incessante do
Universo, e o homem alcançará a escala dos
sonsperceptíveis, mais
exatamente qualificáveis nas cordas graves do piano. Eleva-se o diapasão. Sons médios, mais altos, agudos, superagudos. Na fronteira aproximada de pouco além de 15.000 vibrações por segundo, não raro, o ouvido vulgar atinge a zona-limite. (15) Há pessoas, contudo, que, depois desses marcos, ouvem ainda. Animais diversos, quais os cães, portadores de profunda acuidade auditiva, escutam ruídos no "ultra-som", para além das 40.000 vibrações por segundo. Prossegue a escala ascendente em recursos e proporções inimagináveis aos sentidos vinculados ao mundo físico. (15) A escala de percepção é extremamente variável. (Nota do Autor espiritual) [29 - página 25]
Sabemos
que SAÚDE abrange muito
mais do que ausência de enfermidades, cuidado com alimentação,
prática de qualquer atividade física, corpo escultural. Saúde, em seu sentido amplo e total, inclui desde o bem-estar espiritual, anímico, energético, psíquico, orgânico, físico, até o equilíbrio do ser como um todo, em consonância com o ambiente (ser “holístico”). Inúmeros são os fatores que interferem na SAÚDE. Aqui abordaremos, de forma sucinta, a sua correlação com o SOM. O sompossui correntes vibratórias que, naturalmente, intervêm em nosso estado geral, alterando nossa pré-disposição, nosso “estado de espírito” e, conseqüentemente, provocando mudanças no nosso comportamento e no meio-ambiente. Isso pode ser comprovado cientificamente por meio da História e, inclusive, do livro mais conhecido e respeitado do nosso planeta: A Bíblica (em diversas de suas passagens). De acordo com os musicólogos, ...
O som tem, por conseguinte, o poder de criar, conservar e destruir, dependendo, naturalmente, da qualidade do som que escutamos... e é aí que está o cerne do nosso tema:
A qualidade sonora (precisamente musical) vem deteriorando-se acintosamente, instigando o sado-masoquismo, a prostituição, a degradação do ser humano, principalmente da mulher!
Paremos e avaliemos antes que seja tarde demais! Tenhamos um mínimo de seletividade musical, de sensibilidade auditiva, de auto-respeito e ao direito do próximo ouvir o que, quando e como quer! Tenhamos um resquício de educação e de consciência social ao escolhermos e usarmos nosso som! Ele também é o indicador do nível educacional de uma comunidade, do caráter, do temperamento e da personalidade de seus cidadãos; além do mais, cada um é responsável pelas suas escolhas e suas conseqüências; se a decisão é prejudicar a capacidade auditiva, atrofiar a mente, aderir ao sado-masoquismo, desfazer-se da auto-estima, agredir à integridade humana (repetindo, principalmente à feminina), destruir a própria saúde, ao menos não nos contagiem com essa epidemia! Apelamos a todas as classes de educadores e profissionais de saúde, bem como aos órgãos competentes, a fim de que cumpramos nosso papel profissional e social, alertando para os nefastos e incontáveis danos – alguns até irrecuperáveis, como no caso da diminuição ou perda auditiva – para que utilizemos todos os recursos disponíveis: diálogo, palestra, campanha educativa, meios de comunicação, exemplo e, principalmente, cumprimento da Lei! THEQUILA MOTA Psicóloga
e Psicoterapeuta, Pós-Graduada em Administração de Recursos Humanos.
DIAPASÃO, substantivo masculino - Característica de um som determinada pela freqüência de vibração das ondas sonoras.
http://win2nt239.digiweb.com.br/cgi-bin/delta.exe/dicionario/verbete?ID=87446 (Link desativado)
...Também com Helmholtz inaugura-se uma linha de argumentação que
atribui a ocorrência de certos fenômenos ainda não muito bem
compreendidos à distorção não-linear da audição.
De fato, há certos tons produzidos por conta do próprio mecanismo de audição que surgem em decorrência de estímulos espectrais fortes. Os músicos do século XVIII:
Helmholtz os chamou de “ tons de combinação”. E ainda hoje se fala em não-linearidade, sem que uma conclusão aproveitável tenha surgido. Apenas observações e mais observações sobre a não-linearidade e tentativas de aplicar o conceito sempre que haja um vazio conceitual no problema da percepção de altura. Ora, se a comunicação auditiva ocorre sob condições de linearidade, o que interessa é uma teoria que explique a linearidade em si. E tanto uso se fez de argumentações calcadas na não-linearidade que, de uma condição de anormalidade, ela passou a ocupar a posição de mito, pode-se dizer. A propósito, há dois mitos em toda essa história de percepção de altura, quais sejam, a mencionada não-linearidade e a chamada fundamental ausente... http://www.cic.unb.br/docentes/arcela/lcmm/sabatica/html/cap1.html (Link desativado) |
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