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A respiração de
Vosso
ciclo poderia definir-se como [63 - A GRANDE SÍNTESE - A Lei ]
A ELETRICIDADE GLOBULAR E A VIDA Encontraremos no último limite das espécies dinâmicas e no limiar do mundo biológico, uma primeira unidade orgânica que justamente resume em si as características que observamos, comuns aos sistemas vorticosos e aos fenômenos biológicos. Essa primeira unidade vos é dada pela eletricidade globular. Nesta unidade, tendes a primeira organização de um sistema de vórtices, com uma primeira especialização embrional de funções.
Pelo princípio das unidades coletivas, à diferenciação sucederá paralelamente uma reorganização em unidades mais amplas, com especialização progressiva de funções.
As células formarão tecidos e
órgãos e, como no vórtice primitivo, uma proporcionada psique ou princípio cinético diretor, de origem elétrica, presidirá o funcionamento de cada
unidade. Já vimos para que metas superiores ela se dirige.
Mas, como
sempre, o que importa na vida é o princípio determinante das forças: é
acompanhar a evolução das causas e não, como fazeis, aevolução
dos efeitos (evolução darwiniana). Não se confunda esse processo com a normal introdução de energia “não degradada” nos sistemas atômicos já constituídos, que assistis em qualquer transmissão dinâmica (raios solares etc.).
O
sistema vorticoso, aberto pela própria natureza, comunicante com o
exterior, com dois pólos e todas as características que veremos, era o
sistema mais apto a unir-se, entrando em combinação cinética, com
outros vórtices semelhantes.
No entanto, ainda dele
sobrevivem traços e podeis observá-los para deduzir as suas características.
Podeis, então,
comprovar quantas afinidades apresenta esse primeiro ser com os movimentos
vorticosos de que é filho, como também com os fenômenos da vida, que ele já tem em germe.
O raio globular, então, é um sistema elétrico fechado, nova unidade coletiva, formada pela combinação e associação de sistemas vorticosos, gerados pela penetração eletrônica nos sistemas cinéticos atômicos, mantidos ligados em unidades pelas relações recíprocas ativo-reativas (até mesmo sua forma é a de um sistema de forças fechado e equilibrado). Neste caso, a onda dinâmica degradada assume novo modo de ser. Sua trajetória aprofundou-se com os trens eletrônicos nos sistemas atômicos; fundiu-se com eles; seu movimento muda de forma:
A trajetória da transmissão dinâmica muda de direção: a eletricidade não se projeta mais de um pólo a outro, mas se fecha em si mesma, num circuito fechado, que se mantém enquanto a estabilidade do sistema não desmorona pela intervenção de forças externas. Esta é a construção cinética do raio globular.
Mas se, de
um lado, ele é um organismo de forças, próximo das forças dinâmicas
de que proveio, doutro lado,
excita a matéria, arrasta consigo os sistemas atômicos, e reveste-se de
matéria como de um corpo. Entramos, agora, na química. Os corpos simples, encontrados primeiro pela onda elétrica degradada, em sua passagem, são os elementos da atmosfera. Pela introdução eletrônica, eles são elaborados; o sistema cinético múltiplo do raio globular torna-se um centro de elaboração química.
Assim, a vida formará o seu suporte, bastante estável para iniciar sua evolução. Com um processo contínuo diretivo, de dentro para fora (direção tangível dos fenômenos vitais), operará a sua transformação progressiva. Com isso, a eletricidade pôde condensar os elementos do ar. Ora, sabeis que o ar contém justamente os quatro corpos fundamentais — H, C, N, O — que encontrais na base dos fenômenos da vida.
Eles apresentam a
propriedade de existirem no estado gasoso na atmosfera — Hidrogênio,
Carbono, Nitrogênio e Oxigênio, representados pelo Nitrogênio e
Oxigênio em estado livre, e os outros pelo estado de vapor de água (H2O) e de gás carbônico (CO2)
— prontos para encontrar toda a série de corpos secundários, que os
ajudarão a formar o protoplasma definitivo.
Assim, pois, a série dos trens eletrônicos da onda dinâmica
degradada,
ao chegar dos espaços, encontrou-se em primeiro lugar com os sistemas atômicos
de estrutura cinética mais simples, ou seja, com menor número de órbitas
eletrônicas, os mais fáceis de serem penetrados e transformados em
sistemas vorticosos, isto é, em outros tantos germes de vida.
Toda a química orgânica está baseada nos compostos
de Carbono.
Por essa
sua tendência a eliminar as transformações brutais — que nas substâncias
minerais conseguem de repente a forma de equilíbrio mais estável — o
Carbono pôde tornar-se o elemento mais apto para o fundamento químico da
vida.
Imaginai outros aglomerados e centros
de matéria, em que os próprios elementos químicos estejam
diferentemente dispostos, ou amadurecidos, e compreendereis as formas
infinitas, nas quais o próprio onipresente princípio da vida pôde
ter-se desenvolvido no universo.
Vede como, nestes seus primeiros movimentos, encontrais o germe das
características fundamentais que, mais tarde, acompanharão sempre todos
os fenômenos biológicos e são as únicas que poderão permitir sua
progressiva transformação ascensional. A química de equilíbrio estável, da matéria, transformou-se, desse modo, na química de equilíbrio instável da vida; a ordem estática transformou-se em ordem dinâmica.
Isto prova que a vida é uma fusão de
dois mundos, pois enquanto é matéria é, ao mesmo tempo, fecundação
desta, por obra de um princípio dinâmico superior, a energia. As condições da atmosfera primitiva eram, nas relações da gênese da vida, ainda mais favoráveis que no presente: muito mais rica de ácido carbônico, que era abundantíssimo; mais densa, quente, carregada sobretudo de vapor d’água, oferecia (também como elasticidade química de u’a matéria mais jovem e menos estabilizada) condições de todo favoráveis que, agora, desapareceram, pela condensação e a gênese das matérias protoplasmáticas. Assim, na primeira idade da Terra, os elementos minerais primitivos, água, gás carbônico, nitrogênio, são arrastados em combinações cada vez mais complicadas da química orgânica, e a matéria mineral do ambiente é progressivamente conduzida até a estrutura protoplasmática. Hoje encontrais o mesmo processo na assimilação que os vegetais operam, partindo dos elementos minerais primitivos, isto é, na síntese das proteínas, realizada a partir das substâncias inorgânicas, naqueles laboratórios sintéticos que são as plantas.
Com a circulação
da água, que permite a utilização do nitrogênio nela dissolvido, e com
a introdução do anidrido carbônico (utilização do Carbono contido na
atmosfera), são admitidos no movimento vital os quatro elementos
fundamentais que vimos.
Os primeiros corpos introduzidos no novo sistema
dissemos que foram os de peso atômico mais baixo, que existiam em estado
gasoso na atmosfera.
Com efeito, nos casos que podeis observar, verificareis que esses globos elétricos “bóiam” no ar, isto prova que sua densidade é menor, ou quase igual a da atmosfera, como é justamente a do Hidrogênio.
O primeiro material biológico foi, então, o hidrogênio, ao qual
depois outros se acrescentaram. Doutro lado, o raio globular tem todas as características fundamentais de um ser vivo.
Se observardes seu comportamento, vereis
que ele emite uma luz que lembra a fosforescência; possui uma individualidade própria,
distinta da do ambiente; uma persistência,
embora hoje relativa, dessa individualidade: uma espécie de
personalidade. Ele desloca-se no ar por sua própria vibração periférica, a primeira extrinsecação cinética em que se manifesta a vida, a expressão desse rudimentar psiquismo que a dirige.
Há nele
algo dos cílios vibráteis dos infusórios, num impulso que parece vontade,
como uma escolha, uma previdência,
uma possibilidade de tomar conhecimento do mundo exterior e de dirigir-se
conscientemente, quase com memória dele: alvorece o psiquismo em suas
qualidades essenciais.
Encontrareis no raio globular também outras características dos movimentos vorticosos, como a capacidade de cisão, em dois, e de reunião, como ocorre nos vórtices. Existe, portanto, a possibilidade de multiplicar-se em sistemas que se aproximam da reprodução por cisão e sexual. Muitas vezes ele ricocheteia, mostrando, ao mesmo tempo, a íntima coesão unitária e a elasticidade, próprias da vida, tanto quanto dos movimentos vorticosos. O raio globular decompõe sua unidade, restituindo, como na morte biológica, sua energia interna.
Apenas ocorre que sua morte é mais violenta, de forma explosiva,
porque a restituição da energia é mais rápida. Na vida, o sistema de movimentos vorticosos é mais complexo: existe tal entrelaçamento na estrutura orgânica que, de passagem em passagem, a energia tem de seguir mutações laboriosas, antes de desemaranhar-se e atingir o ambiente externo. Por isso, tendes aqui, na morte, uma restituição de energia mais lenta e progressiva.
Assim, por explosão, extinguem-se essas criaturas efêmeras, último
retorno das formas superadas, das quais nasceu a vida.
Os casos esporádicos que hoje
podeis observar são apenas esboços de reconstrução daqueles
protoorganismos, em que começou a atração e a elaboração dos
elementos para a química orgânica, verdadeiros laboratórios para a síntese
da vida. Com a mesma prodigalidade com que a natureza multiplica e espalha hoje seus germes, para que só um pequeno número sobreviva, surgiram miríades desses globos leves, em que a vida começava a despertar e estava latente o germe de suas leis. Eles ainda vagavam à mercê das forças desencadeadas, numa atmosfera densa, quente, carregada de vapores d’água, de gás carbônico, primeiras luzes incertas, mas contendo a potência da vida.
Era a hora indecisa, crepuscular, a hora das
formações, em que o mundo dinâmico em plena eficiência, mas
convulsionado pelos mais poderosos desequilíbrios, tentava novos
caminhos, assomava desordenadamente às portas da vida. A condensação de u’a massa gasosa das dimensões de um dos raio globulares, que por vezes tornam a formar-se na Terra, vos mostra um volume da ordem de grandeza das primeiras massas protoplasmáticas.
Assim mudou o peso específico e o primeiro organismo não pôde mais
flutuar no ar. Mais pesados em virtude da condensação, as miríades de germes da vida caíram, arrastados pelas chuvas; caíram nas cálidas e vaporosas águas dos oceanos. A protoforma da vida chegara a seu berço. A matéria recebera o sopro divino: agora tinha de viver.
As águas,
sobre as quais se movera o espírito de Deus, tornaram-se a sede dos
primeiros desenvolvimentos, que só mais tarde atingiram as terras
emersas.
Assim, da matéria , retomada no turbilhão dinâmico, animada por novo
impulso em forma de germe elétrico caído do céu, nasceu a vida .
Desses tempos até hoje, a evolução
realizou caminho incomensuravelmente longo e sua linha é irreversível. No presente, a hora é de criações espirituais ; matéria e energia esgotaram seu ciclo, não podeis mudar as trajetórias invioláveis dos desenvolvimentos fenomênicos.
Pensai, além disso, que vós sois esse mesmo princípio que quereis
dominar, levado a um nível superior. Essa gênese presume todos os períodos de maturação, períodos igualmente amplos de sucessivo desenvolvimento.
Poder-se-ia hoje, sem preparação, iniciar novo processo evolutivo, para
conduzi-lo num planeta que já começa a envelhecer-se? Infelizmente fizestes da ciência um conceito utilitário, prático, e credes que ela é acessível a todos e por qualquer meio. Ao invés, eu vos digo que o domínio dos fenômenos e o poder de determiná-los corresponde a leis precisas de maturação individual e coletiva, e não podem ser concebidos senão pelos detentores de elevação espiritual e de evolução da personalidade. Eu vos digo que, mesmo na ciência, há zonas sagradas, das quais temos que nos aproximar com senso de veneração e oração. Só podemos caminhar em equilíbrio estável entre causa e efeito, neste campo do conhecimento em que se movimentam forças tremendas.
Acreditais facilmente demais na possibilidade da loucura do arbítrio numa
ordem suprema, tão complexa e perfeita!
Que garantia pode dar vossa moral,
ainda tão atrasada?
Não vos parece absurdo que um organismo de leis tão profundas,
perfeito na eternidade, possa estar tão incompleto e ser tão vulnerável,
que deixe aberto o flanco à possibilidade de subversões arbitrárias?
Como vossa vida tem sua sensibilidade e seus instintos, tanto mais
despertos quanto mais vital o ponto que deve ser protegido, assim o
universo tem suas defesas sempre prontas e em ação, pelo mesmo princípio
de conservação e de ordem que vos sustenta. [63 - A GRANDE SÍNTESE - A eletricidade globular e a vida ]
Relâmpagos globulares e Rodas de luz
http://www.fenomeno.trix.net/fenomeno_fenomenos_1_luzes-raios-gl1.htm (Links desativados)
O relâmpago globular no folclore mundial: Em diversas culturas, tentaram explicar o fenômeno das bolas de fogo criando mitos e lendas. No Brasil temos o Boitatá que - apesar de assumir formas diferentes - originalmente tinha a aparência de uma bola de fogo. De norte a sul, do nordeste à região central, o Boitatá é um dos primeiros mitos registrados no Brasil. Como exemplo, lemos numa carta do padre José de Anchieta: "existem fantasmas que vivem junto ao mar e aos rios, chamam-se BEATATA (coisa de fogo), vê-se apenas um facho de luz correndo e matando os índios como os Curupiras, não sei o que possa ser)" Couto de Magalhães escreveu que o Boitatá também protege a caça e é "cobra de fogo".
Muitas pessoas no Brasil afirmam que o Boitatá é uma alma penada, pagando seus pecados. é encontrado no Texas, Estados Unidos, com a denominação de "Will o the wisp".
Daí já da para perceber a semelhança com o Loogaroo do
Haiti, que de Loup-garou/ Werewolf/ Lobisomem só tem o nome. http://www.fenomeno.trix.net/ fenomeno_fenomenos_1_luzes-raios-gl.htm 1. Teorias Científicas Recentes (pós-2015):
2. Características Físicas Complementares:
3. Casos Documentados Modernos:
4. Perigos e Precauções:
5. Status Científico Atual:
Conteúdo adicional com auxílio de inteligência artificial |
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