Hebefrenia
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Crianças e Adolescentes
DESAPARECIDOS
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Hebefrenia - (do gr. hebe - mocidade + phrenos - néscio). Perturbação psíquica na mocidade.
Hebemediunidade - Mediunidade na infância.


http://www.terraespiritual.org/espiritismo/Safesp/glossario.html

  • Em 1863 o médico alemão Karl L. Kahlbaum descreveu a hebefrenia, uma enfermidade mental própria de adolescentes e que conduzia rapidamente à loucura.
  • Em 1871, Ewald Hecker, discípulo de Kahlbaum, apresentou uma análise mais detalhada da hebefrenia, caracterizando-a por um “‘afeto bobo, pueril’, por alterações comportamentais graves e desagregação progressiva do pensamento”. 5
  • Em 1884, Kahlbaum fez menção a um outro grupo de pacientes, que o autor descreveu com detalhes em 1890: o grupo dos adolescentes hebóides (“jovens viciados, instáveis, caprichosos, sujeitos à cólera” 6).

____Enquanto os hebefrênicos manifestavam sintomas evidentes de loucura, os jovens hebóides apresentavam alterações, principalmente, nos âmbitos das relações sociais e da personalidade, através de flutuações abruptas do humor e do comportamento:“Oscilam rapidamente de um estado melancólico para um expansivo, ficando facilmente irados. São jovens que, embora pensem e raciocinem corretamente, discutindo os mais variados assuntos com facilidade, têm de fato uma certa dificuldade em apreender de forma precisa a realidade. Entretanto, apesar desta forma de pensar dispersa e pouco útil, os hebóides, ao contrário dos hebefrênicos, não apresentam ideias delirantes verdadeiras”. 7

____5- Dalgalarrondo, P. História e Psicopatologia do Transtorno Borderline: Da Esquizofrenia Latente aos Transtornos de Personalidade. In Psiquiatria Biológica, vol. IV, n.º 3, set-1996 (publicado pela Associação Brasileira de Psiquiatria Biológica).

____6- Paim, I. Esquizofrenia. São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas Ltda, 1978.

____7- Citado em Dalgalarrondo, P. História e Psicopatologia do Transtorno Borderline: Da Esquizofrenia Latente aos Transtornos de Personalidade. In Psiquiatria Biológica, vol. IV, n.º 3, set-1996 (publicado pela Associação Brasileira de Psiquiatria Biológica).

http://www.org2.com.br/histborders.htm
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