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No plano espiritual, o homem desencarnado vai lidar, mais diretamente, com um
fluido vivo e multiforme, estuante e inestancável, a nascer-lhe da
própria alma, de vez que
podemos defini-lo, até certo ponto, por subproduto do fluido cósmico, absorvido
pela mente humana, em
processo vitalista semelhante à respiração, pelo qual a criatura assimila a
força emanante do Criador, esparsa em todo o Cosmo, transubstanciando-a, sob a
própria responsabilidade, para influenciar na Criação, a partir de si mesma.
Esse fluido é o seu próprio pensamento contínuo, gerando potenciais energéticos com que não havia sonhado. Decerto que na esfera nova de ação, a que se vê arrebatado pela morte, encontra a matéria conhecida no mundo, em nova escala vibratória. Elementos atômicos mais complicados e sutis, aquém do hidrogênio e além do URÂNIO, em forma diversa daquela em que se caracterizam na gleba planetária, engrandecem-lhe a série estequiogenética. O solo do mundo espiritual, estruturado com semelhantes recursos, todos eles raiando na quintessência, corresponde ao peso específico do Espírito, e, detendo possibilidades e riquezas virtuais, espera por ele a fim de povoar-se de glória e beleza, porquanto, ...
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