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No círculo das enfermidades
terrestres, cada espécie de micróbio tem o seu ambiente
preferido.
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O pneumococo
aloja-se habitualmente nos pulmões;
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o
bacilo de Eberth localiza-se nos intestinos onde produz a febre tifóide;
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o
bacilo de Klebs-Löfller situa-se nas mucosas onde provoca a difteria.
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Em condições especiais do organismo,
proliferam os bacilos de Hansen ou de Koch.
No campo infinitesimal, as revelações
obedecem à mesma ordem surpreendente. As doenças psíquicas
são muito mais deploráveis. A patogênese da alma está dividida em quadros
dolorosos.
Quase sempre o corpo doente assinala a mente
enfermiça. A organização fisiológica, segundo conhecemos no campo
das cogitações terrestres, não vai além do vaso_de_barro, dentro do molde preexistente do corpo
espiritual. Atingido o molde em sua estrutura pelos golpes das vibrações
inferiores, o vaso refletirá imediatamente.
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Como
encarar o problema das formações iniciais?
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Enquadrava-se
a afecção psíquica no mesmo quadro sintomatológico que conhecera, até
então, para as enfermidades orgânicas em geral?
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Haveria
contágio de moléstias da alma?
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E
seria razoável que assim fosse na esfera onde os fenômenos patológicos da
carne não mais deveriam existir?
Nas moléstias da alma, como nas
enfermidades do corpo físico, antes da afecção existe o ambiente.
E, em virtude de cada Espírito
representar um universo por si, cada um de nós é responsável pela emissão
das forças que lançamos em circulação nas correntes da vida.
E,
qual acontece no terreno das enfermidades do corpo, o contágio aqui é
fato consumado, desde que a imprevidência ou a necessidade de luta estabeleçam
ambiente propício, entre companheiros do mesmo nível. Naturalmente, no campo
da matéria mais grosseira, essa lei funciona com violência, enquanto, entre nós,
se desenvolve com as modificações naturais. Aliás, não pode ser de outro
modo, mesmo porque você não ignora que muita gente cultiva a vocação para o
abismo. Cada viciação particular da personalidade produz as formas sombrias
que lhe são conseqüentes, e estas, como as plantas inferiores que se alastram
no solo, por relaxamento do responsável, são extensivas às regiões próximas,
onde não prevalece o espírito de vigilância e defesa.
[16a
- página 34] - André Luiz - 1943
... Não desconhecemos
que as moléstias da alma são mais aflitivas e mais graves
que as doenças da carne...
[83
- página 78] - André Luiz
Há
moléstias da alma que arruínam a mente por tempo indeterminado.
[83
- página 116] - André Luiz
O corpo físico funcionaria como abafador da moléstia da alma, sanando-a, pouco a pouco...
[4 - página 216] - André Luiz
A enfermidade, como desarmonia espiritual atalhou o instrutor —, sobrevive no perispírito.
As moléstias conhecidas no mundo e outras que ainda escapam ao diagnóstico humano, por muito tempo persistirão nas esferas torturadas da alma, conduzindo-nos ao reajuste.
- A dor é o grande e abençoado remédio. Reeduca-nos a atividade mental, reestruturando as peças de nossa instrumentação e polindo os fulcros anímicos de que se vale a nossa inteligência para desenvolver-se na jornada para a vida eterna.
- Depois do poder de Deus, é a única força capaz de alterar o rumo de nossos pensamentos, compelindo-nos a indispensáveis modificações, com vistas ao Plano Divino, a nosso respeito, e de cuja execução não poderemos fugir sem graves prejuízos para nós mesmos.
[4 - página 174] - André Luiz |